Sábado na FEAK

Neste sábado, Armando Falconi estará na FEAK participando do Encerramento do curso básico de 17h30min as 19h respondendo a perguntas dos participantes na metodologia de “Pinga Fogo”
Em seguida, das 19 às 20h palestrará sobre as Mensagens Terapêuticas do item 25 ao 30 do livro “Agenda Cristã”.
Compartilhe, compareça e traga suas dúvidas para serem esclarecidas!

 

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Homem na Terra

Visão de Allan Kardec a respeito do homem na Terra.

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Somente para tomarmos uma simples ideia de como era a lógica, o raciocínio de Allan Kardec, mediante os assuntos de suma importância para o equilíbrio da sociedade.

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Allan Kardec, em seus livros da codificação do Espiritismo, legou-nos lições valiosíssimas a respeito do homem.

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Com elas, descortinou o contexto grandioso e complexo em que estamos inseridos na Obra de Deus, permitindo-nos conhecer e entender a nós mesmos.
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Constate isso lendo a compilação de textos escritos por Allan Kardec, a seguir apresentada:

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O homem é constituído da alma, do perispírito e do corpo material:

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“A união da alma, do perispírito e do corpo material constitui o homem. A alma e o perispírito, separados do corpo material, constituem o ser a que chamamos Espírito. A alma é, assim, um ser simples. O Espírito é um ser duplo (alma e perispírito). E o homem é um ser triplo (alma, perispírito e corpo material).”

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“Quando a alma está unida ao corpo material, durante a sua vida corporal, tem dois envoltórios. O corpo material é o envoltório pesado, grosseiro e destrutível. O perispírito é o envoltório fluídico, leve e indestrutível. O perispírito é o elo que une a alma ao corpo material.”

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A alma é o ser inteligente; nela está a sede de todas as faculdades, de todas as percepções, e de todas as sensações. Ela sente e pensa por si mesma; é individual, distinta, perfectível, preexistente e sobrevivente à morte do corpo material.”

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“Por intermédio do perispírito, a alma faz o corpo material agir e ela percebe as sensações experimentadas pelo corpo material.”

 

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“Caminhos da Vida”

Armando Falconi fala sobre amensagem “Caminhos da Vida”
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“Penas Eternas”

Veja o artigo de D. Vilella intitulado “Penas Eternas” e reflita:

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A ideia de uma condenação eterna para os que cometeram erros graves durante a vida acha-se em franco declínio nos ambientes mais esclarecidos das correntes cristãs tradicionais. Os sofrimentos materiais associados àquela condenação, ameaçadoramente destacados no passado, na pregação e em obras diversas, inclusive com desenhos apavorantes, de há muito deixaram de ser mencionados. É compreensível que na Antiguidade aqueles conceitos tenham sido elaborados e aceitos sem controvérsias pois refletiam perfeitamente o nível moral daquelas coletividades, nas quais não existiam condições para uma visão melhor de tais questões, que envolvesse aspectos morais bem como a necessidade de coerência dos atos divinos.
É interessante lembrar que, associando-se ao poder humano durante muitos séculos, adotaram os dirigentes religiosos  posturas autoritárias em relação aos seus seguidores, declarando-se, além disso, detentores de verdades absolutas e imutáveis, registradas em seus textos sagrados. Bem ilustrativa dessa posição é a passagem da encíclica Providentissimus Deus, de Leão XIII, editada em 1893, na qual aquele pontífice, referindo-se aos redatores daqueles textos, afirma que o Espírito Santo de tal maneira os impeliu a escrever e de tal modo os assistiu, enquanto escreviam, que todas as coisas que lhes ordenava, e somente essas, eles as concebiam exatamente em seu espírito e queriam redigi-las fielmente, e as exprimiam convenientemente como verdade infalível. Do contrário, o Espírito Santo não seria o autor de toda a Escritura Sagrada. Atualmente o pensamento religioso afirma o caráter inspirado dos textos sagrados, alertando, contudo, que eles não devem ser considerados como obras de história, geologia ou biologia, no sentido moderno dessas ciências. A própria noção de inferno, como lugar de suplícios eternos, tem sido reinterpretada acreditando alguns eminentes teólogos, entre os quais Hans von Balthasar (1905-1988), que ele está vazio. É oportuno acrescentar que os que ainda defendem a ideia de sofrimentos
eternos apresentam como argumento a possibilidade de uma  eterna recusa  por parte da  criatura  em  aceitar  o  amor  de Deus, o que justificaria se tornasse definitiva aquela situação. Sem analisarmos mais detidamente a fragilidade dessa explicação (não aceitou até agora, mas… e amanhã, ou depois de amanhã?), vê-se quanta falta faz o conhecimento da reencarnação, com a renovação de oportunidades que ela representa, para uma melhor compreensão desse tema.
É interessante observar que a possibilidade de sofrer indefinidamente, portanto eternamente, foi estudada em “O Livro dos Espíritos”, nas questões 116 e 994, nas quais se esclarece que isso jamais ocorre, acrescentando os benfeitores espirituais nesta última: “Há espíritos que se obstinam em permanecer no mau caminho, não obstante os sofrimentos por que passam. Porém, cedo ou tarde, reconhecerão errada a senda que tomaram e o arrependimento virá…” Sim, nossa natureza é divina, somos, todos, essencialmente bons, podendo equivocar-nos quanto ao uso de nossa liberdade quando ainda não amadurecidos mas a maturidade inevitavelmente chegará, fato esse tão bem ilustrado  na  parábola do Filho Pródigo que, após áspero aprendizado,  caindo em si (ou seja arrependendo-se), resolve retornar ao lar paterno onde o pai o recebe com imensa alegria.
Eternas, realmente, são as Leis de nosso Pai, assim como o amor e a sabedoria infinitos com que Ele governa a Criação.
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“O Céu e o Inferno” (capítulo 6, itens10 a 17).
 

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A chegada de Bezerra de Menezes no Plano Espiritual

Armando Falconi fala sobre a passagem do livro “Semeador de Estrelas” sobre a chegada de Bezerra de Menezes no Plano Espiritual:
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FEAK SÁBADO

Neste sábado, Armando Falconi estará na FEAK participando do Encerramento do curso básico de 17h30min as 19h. E posteriormente palestrará sobre as Mensagens Terapêuticas do item 25 ao 30, a partir das 19h.
Compartilhe, compareça e traga suas dúvidas!

 

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“A Grande Crise”

Veja a mensagem psicografada por Divaldo Pereira Franco, intitulada “A Grande Crise”

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“A Grande Crise”

“…Jesus volta para convidar-nos à compaixão.

Se não puderdes perdoar, pelo menos, desculpai aqueles que vos ferem, que vos magoam, e se não tiverdes forças para desculpar, pelo menos, permiti que a compaixão aloje-se nas paisagens tristes dos vossos sentimentos magoados.

A grande crise moral da sociedade anuncia a era nova.

Buscai ouvir, e escutareis em toda parte a musicalidade diferente de um mundo novo; fazei silêncio interior, e ouvireis a sinfonia dos astros.

Tende a coragem, pois, de amar, em qualquer circunstância, por que se amardes somente àqueles que vos amam, mais não fazeis do que retribuir, no entanto, se fordes capazes de amar a quem vos alveja com os petardes terríveis da ingratidão, da ofensa, da perseguição gratuita, vosso nome será escrito no livro do reino dos céus e uma alegria inefável tomará conta de vossos corações preenchendo o vazio existencial.

Filhos e filhas da alma!

Vossos guias espirituais acercam-se-vos, e em torno dos vossos pensamentos enviam mensagens de paz para diminuir a agressividade e a violência.

Tornai-vos pacíficos no lar, no relacionamento, nas parcerias, no trabalho, na rua, no cluble… Onde estiverdes mantende a paz, sendo pacíficos para vos transformardes em pacificadores.

O mundo é o que dele têm feito os seus habitantes, mas, crede em mim, nunca houve tanto amor na Terra como hoje.

A violência e a exaltação do crime ganham manchetes, vendem na grande mídia alucinando as vidas, mas nos alicerces da sociedade o amor é o paradigma que nutre as existências de milhões de mães e pais anônimos, assim como de filhos abnegados e estóicos que compreendem os mártires e os companheiros abnegados.

Não vos envergonheis de amar!

Na época da tirania o vosso amor é semelhante à terra que, exultante, arrebenta-se em flores como gratidão a Deus.

Sois as divinas flores da humanidade agradecendo a Deus a presença de Cristo Jesus na Terra.

Ide, ide em paz! Amai de tal forma que uma dor imensa de compaixão expresse o vosso amor para a vossa plenitude.

É a mensagem dos Espíritos-espíritas que aqui estamos convosco nesse dia dedicado à gratidão em nome do amor de Jesus-Cristo pelas suas ovelhas.

Muita paz, meus filhos!

Que o Senhor de bênçãos vos abençoe e permaneça Ele conosco hoje, amanhã e sempre.

São os votos do companheiro paternal e humilde de sempre,

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Bezerra”

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Mensagem psicofônica através do médium Divaldo Pereira Franco, ao encerramento da sua conferência na Creche Amélia Rodrigues, na noite de 30 de setembro de 2012, em Santo André, (SP).

 

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“Negócios”

Armando Falconi fala sobre a mensagem “Negócios”
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“Quem são”

Veja a mensagem retirada do Boletim Sei intitulada “Quem são”:
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“QUEM SÃO?”
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Ainda no início de seu ministério público, Jesus, certa ocasião, ensinava a numerosos ouvintes, que lotavam
o local onde se encontrava, quando foi avisado de que parentes seus, inclusive sua mãe, se achavam do lado de fora e desejavam falar-lhe. “Ele lhes respondeu: quem é minha mãe e quem são meus irmãos? E, perpassando o olhar pelos que estavam assentados em seu de redor, disse: – Eis aqui minha mãe e meus irmãos; pois todo aquele que faz a vontade de Deus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe” (Marcos, 3: 20, 21, 31 a 35). A passagem é bem conhecida, figurando também em Mateus (12: 46 a 50) e Lucas
(8: 19 a 21) e é interessante observarmos que os três evangelistas se fixaram no ponto essencial dessa ocorrência, qual seja, o cuidado de Jesus em não interromper o ensino da Boa Nova – que se destinava a renovar toda a vida na Terra – a um grupo que o ouvia atentamente, em função de visitas inesperadas de parentes ou amigos.
Não encontramos, assim, nos referidos textos, outros detalhes do episódio, por exemplo, qual a atitude dos familiares de Jesus, se teriam aguardado a conclusão dos ensinamentos para vê-lo ou se preferiram retornar a Nazaré, distante cerca de 30 quilômetros de Cafarnaum, onde o episódio aconteceu.
A crítica mal intencionada não deixou de explorar essa ocorrência, sugerindo que Jesus teria desconsiderado seus parentes, inclusive sua mãe, desrespeitando, ainda, o mandamento divino que determina: “Honrai pai e mãe”.
Todos sabemos existir situações em que uma pessoa não pode interromper o que está fazendo para atender a eventuais chamados de parentes, bastando lembrar, a propósito, o médico que realiza uma cirurgia, o magistrado que preside a um julgamento… E os exemplos poderiam ser multiplicados sem que choque a qualquer pessoa a impossibilidade de atendimento imediato a tais requisições. Por outro lado, o Mestre mostrou em outras ocasiões o respeito e o carinho que dedicava à sua mãe.
O Mestre, além disso, aproveita a oportunidade para ressaltar a diferença entre a simples consanguinidade, cujos laços, frágeis, não raro se extinguem juntamente com a vida material, e o parentesco espiritual,
fundado na afinidade e na afetividade e que verdadeiramente une aqueles que o vivenciam, possibilitando-lhes a continuidade da convivência na espiritualidade, bem como ao longo das sucessivas reencarnações.
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“O Evangelho segundo o Espiritismo”
(capítulo 14, itens 5 a 7).

 

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“Precisamos uns dos outros”

Armando Falconi fala sobre “Precisamos uns dos outros”
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