Reunião de Entes Queridos


Reunião de Entes Queridos

Terça-feira, 03/03/2015 , haverá a Reunião de Entes Queridos – para familiares e amigos que passaram pela experiência da morte biológica de um ente querido – às 18h30min na FEAK
Reunião na 1ª terça-feira de cada mês – para pessoas que passaram pela morte de parentes e amigos e desejam saber mais sobre o tema da morte, desencarnação e destino dos espíritos no além..

Local: FEAK – Fundação Espírita Allan Kardec
Rua Itamar Soares de Oliveira, 200 – Cascatinha Juiz de Fora/MG

Informações: (32) 3231-6000 ou (32) 8845-0642

 

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“Ilusões”

Veja a mensagem intitulada “Ilusões” de D. Vilella, retirada do Boletim SEI:

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Durante milênios foi normal a associação entre poder humano e religião, constituindo o Estado leigo uma conquista recente em termos históricos.
Contudo, mesmo em nações modernas, cujas constituições a partir do século XVIII passaram a consagrar a liberdade de culto, a religião da maioria prosseguiu durante largo período desfrutando ainda de privilégios em relação às demais, influenciando, inclusive, nos atos do governo. Mencione-se, a propósito, que em nossos dias existem ainda Estados teocráticos nos quais é difícil, senão impossível, a presença de outras crenças que não a oficial.
Por outro lado e contrariando os ensinamentos que elas próprias divulgam – que afirmam a igualdade de todos perante a Divindade –, estabeleceram-se em várias correntes religiosas distinções em favor dos poderosos e dos que desfrutassem de destaque social, agraciados com títulos e comendas e com a promessa de condições especiais de ajuda e proteção, inclusive na vida espiritual, onde, conforme sabemos, as situações são definidas exclusivamente em função do mérito pessoal e da capacidade de servir. Lugares separados nos templos e a idéia de favoritismo após o túmulo condicionavam, assim, muitos detentores de vantagens materiais que, dominados por essa ilusão, despediram-se da vida física aguardando tratamento de exceção na espiritualidade e se desiludiam terrivelmente ao constatar a falsidade daquela expectativa. Alguns se revoltavam, então, contra seus antigos pastores e procuravam vingar-se, prejudicando-os, enquanto outros atravessavam períodos de abatimento e humilhação até se reajustarem, retomando a marcha de progresso em condições de simplicidade e esforço próprio.

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Poder, riqueza ou influência constituem preocupação central na vida de muitos, que não medem esforços nem selecionam caminhos para alcançá-los, despreocupados das responsabilidades a eles naturalmente associadas. Graças à Doutrina Espírita estamos informados de que todos renascemos com determinada programação de atividades cujos itens e características se apresentarão espontaneamente pelo mecanismo das circunstâncias e que poderá sempre ser convenientemente atendida se procurarmos pôr em prática a recomendação do Mestre para darmos “a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus” (Mateus, 22:21). O relevo em qualquer campo da vida social, com a possibilidade de influenciar outras pessoas, representa valiosa oportunidade para extensão de benefícios em âmbito maior, envolvendo, contudo, sérios riscos caso o egoísmo se torne o móvel principal das ações. Devemos reconhecer, no entanto, que sempre houve, e há, quem se conduza com dignidade nessas posições, ambicionadas por muitos que apenas observam as vantagens materiais comumente a elas associadas.
No movimento espírita observamos o tratamento fraterno dispensado a todos, sem distinções, procedimento de absoluta correção e que tem, aliás por modelo, o próprio Codificador que, falando aos espíritas de Lyon, sua cidade natal, em 1862, afirmou: “Homens da mais alta posição honram-me com sua visita, porém nunca, por causa deles, um proletário ficou na antecâmara. Muitas vezes, em meu salão, o príncipe se assenta ao lado do operário. Se se sentir humilhado, dir-lhe-ei simplesmente que não é digno de ser espírita.
Mas, sinto-me feliz em dizer, eu os vi, muitas vezes, apertaram-se as mãos, fraternalmente, e, então, um pensamento me ocorria: ‘Espiritismo, eis um dos teus milagres, este é o prenúncio de muitos outros prodígios!’ ”

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“O Evangelho segundo o Espiritismo”(capítulo 2, item 8); “Viagem espírita em 1862” (Discurso pronunciado nas reuniões gerais dos espíritas de Lyon e Bordeaux, parte I, edição “O Clarim”).

 

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“Convite a Renovação”

Armando Falconi fala sobre a mensagem: Convite a Renovação

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AVISO!

Atenção caros amigos e leitores, esta quarta feira, dia 11/02/2015
Estarei ás 19:30h no Centro Espírita Fé e Caridade, com o Tema:
Carnaval na Visão Espírita. A casa espírita está localizada na cidade
de Juiz de Fora, na Rua Paraná do Bairro Poço Rico, Saúde e Paz! Armando Falconi!

 

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“Igualdade e Túmulo”

Veja a mensagem “Igualdade e Túmulo”, retirada do Boletim SEI e reflita:

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Tradicionalmente os locais e formas de sepultamento sempre estiveram em correspondência com a situação material do morto, sendo os pobres colocados em covas simples e os ricos em sepulcros mais ou menos luxuosos conforme as posses do falecido. Sabe-se, por exemplo, que nas regiões litorâneas de nosso país, durante o período colonial, era comum que os corpos dos escravos fossem inumados nas praias, vistas, então, como espécies de lixeiras e não como espaço de lazer.

É milenar a pompa funerária por meio da qual reis, guerreiros ou detentores da riqueza amoedada assinalavam a importância da própria personalidade erigindo suntuosos túmulos destinados a guardar-lhes os despojos ou de seus familiares, podendo-se lembrar, a propósito, que uma das sete maravilhas do mundo antigo era justamente o túmulo do imperador Mausolo, na cidade de Helicarnasso (na antiga Turquia), origem do termo mausoléu. Temos ainda aí a manifestação do orgulho humano que busca perpetuar-se além da morte na grandeza e suntuosidade de tais edificações, embora todos saibam da absoluta igualdade dos processos que se desdobram no interior das sepulturas independentemente da procedência social dos que nelas foram colocados.

El Greco (1541-1614), pintor renascentista de origem grega que viveu muitos anos na Espanha, tornou-se conhecido pela beleza e originalidade de seus quadros, um dos quais ilustra bem essa questão. Trata-se de “A morte do Conde de Orgaz”, pintado em 1588/89, obra que pretende mostrar o que ocorre nos dois planos da vida, apresentando do lado material – a parte inferior da tela – o Conde em seu leito de morte, vestindo uma brilhante armadura e rodeado por nobres e religiosos belamente trajados, em respeitosa atitude. A parte superior mostra o Conde, em espírito, sendo recebido por entidades angélicas… reflexo da mentalidade da época, quando se acreditava que preces (pagas) feitas pelo finado poderiam garantir seu ingresso na Corte Celeste.

A Doutrina Espírita, embora respeitando essa forma de homenagear os que nos deixaram, afirmou sempre a desnecessidade de tais manifestações, esclarecendo que a recordação carinhosa em que os envolvemos, esta sim, os atinge e sensibiliza, lembrando, por outro lado, que o luxo no funeral era, não raro, uma questão dos vivos, que assim podiam estadear sua opulência e não propriamente dos mortos.

O tempo trouxe mudanças… o aumento da população, o ritmo da vida, que passou a ser mais urbana (a maioria das pessoas vivendo em cidades) do que rural, conduziram a uma progressiva simplificação desses hábitos passando as sepulturas a serem alugadas por determinado número de anos. Elas também se tornaram mais simples e até idênticas para todos, havendo já em muitos lugares o cemitério-jardim em que o túmulo é assinalado apenas por uma lápide de identificação e onde as árvores e flores e a movimentação dos pássaros sugerem a continuidade da vida.

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“O Livro dos Espíritos” (823 e 824).

 

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“Cada Pessoa”

Armando Falconi fala sobre a mensagem “Cada Pessoa”
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“Joias Devolvidas”

Leia a redação do Momento Espírita intitulada “Joias Devolvidas” e reflita:

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“Joias Devolvidas”

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Narra antiga lenda árabe, que um Rabi, religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família. Esposa admirável e dois filhos queridos.

Certa vez, por imperativos da religião, o Rabi empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias.

No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados.

A mãezinha sentiu o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura.

Todavia, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia?

Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção.

Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão.

Alguns dias depois, num final de tarde, o Rabi retornou ao lar.

Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos…

Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços.

Alguns minutos depois estavam ambos sentados à mesa. A esposa lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos.

Ela, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido: Deixe os filhos. Primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave.

O marido, já um pouco preocupado perguntou: O que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.

Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo!

O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?

Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!… Por que isso agora?

É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!

Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las.

Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!

E o Rabi respondeu com firmeza: Ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!

Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Iremos juntos devolvê-las, hoje mesmo.

Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito. As jóias preciosas eram nossos filhos.

Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-los. Eles se foram.

O Rabi compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram grossas lágrimas. Sem revolta nem desespero.

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Os filhos são quais jóias preciosas que o Criador nos confia a fim de que os ajudemos a burilar-se.

Não percamos a oportunidade de auxiliá-los no cultivo das mais nobres virtudes. Assim, quando tivermos que devolvê-los a Deus, que possam estar ainda mais belos e mais valiosos.

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Redação do Momento Espírita, com base no cap. Jóias devolvidas do livro Quem tem medo da morte?, de Richard Simonetti, ed. Gráfica São João. Disponível no CD Momento Espírita, v. 2, ed. Fep.

 

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Crescendo juntos

Aproveite os ensinamentos  da lição de hoje

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Crescendo juntos

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Ao nos prepararmos para receber um filho em nossos braços, uma das grandes preocupações é a questão da educação. Perguntamos-nos que tipo de educação iremos oferecer, quais valores haveremos de transmitir.

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Se analisarmos sob outro ângulo, podemos  perceber o quanto educar um filho é capaz de nos transformar, de nos educar indiretamente.

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Quando os filhos chegam ao lar, despertam em nós sentimentos adormecidos em nossa alma. Mostram-nos um amor antes desconhecido. É hora de aprendizado e também de muitos desafios.

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É o momento de treinar o desprendimento, a tolerância e a doação de si próprio. Passamos a desejar a conquista de muitas virtudes que ainda não possuímos.

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Quando são pequenos, naturalmente, a principal  preocupação é com as questões básicas de sobrevivência. Manter a pequena criança alimentada e protegida, fazendo com que se sinta amada através dos diversos cuidados.

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Quando ela começa a interagir com o mundo, nos brindando com os primeiros sorrisos, é um dos momentos em que começamos a ficar mais atentos ao nosso comportamento, às atitudes e à fala. Afinal, serviremos de modelo.

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Passamos a repensar o nosso vocabulário. Analisamos palavras ou expressões que possam ser substituídas ou simplesmente abolidas.

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Ficamos mais atentos ao tom com o qual nos referimos aos outros, à maneira como tratamos o outro, ao conteúdo dos diálogos. Isso porque estamos sendo observados o tempo todo.

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A coerência entre palavras e atitudes talvez seja uma das questões mais cobradas pelos pequenos. Cobram-nos, com frequência, que façamos exatamente o que falamos, do contrário, nossa palavra perde o valor.

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Viver a verdade, se antes não era essencial, a partir dessa nova etapa, passa a ser.

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E à medida que vão crescendo, formando a sua própria identidade ensinam-nos muito. Quando a vida nos dá  oportunidade, mostram atitudes tão maduras que chegam a  nos surpreender.

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Fazem-nos questionar a nossa conduta diante de diversas situações. Fazem-nos enxergar que poderíamos ter agido de outra forma, que aquela talvez possa não ter sido a melhor escolha.

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Apontam nossos erros, nos colocam frente nossas próprias fraquezas e dificuldades pessoais. E, a partir do momento em que reconhecemos essas imperfeições, principiamos a desejar a mudança e trabalhar para conquistá-la.

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Como pais, temos a missão de educar os filhos, orientá-los no caminho do bem e prepará-los para o mundo.

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Tenhamos a certeza de que os filhos vêm também com essa missão, a de nos educar.

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Eles nos impulsionam ao caminho do autoconhecimento, do aprimoramento e da superação de várias dificuldades. Ensinam-nos a abnegação e nos despertam os mais nobres sentimentos.

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Se nos entregarmos de coração a essa Divina tarefa, estaremos também nos educando e, ao final, sairemos moldados, lapidados e aperfeiçoados.

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Entre erros e acertos, aprendemos muito com nossos amados filhos. Carreguemos em nossos corações a gratidão a Deus, que nos permite, através da maternidade e paternidade, mais essa oportunidade de crescimento pessoal.

 

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“A Mente é o Espelho da Vida”

Armando Falconi fala sobre a mensagem “A Mente é o Espelho da Vida”:
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“Casas e Causa”

Reflita sobre o artigo que está no Reformador, de autoria de Antonio César Perri de Carvalho, intitulado “Casas e Causa”.
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“Casas e Causa”
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No Movimento Espírita é natural que exista a preocupação com a existência de sedes das instituições e, se possível, que sejam próprias.
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Nessas sedes se desenvolvem as atividades em geral e, no contexto atual, é desejável que elas ofereçam conforto e boa aparência sem, no entanto, resvalar na grandiosidade e no luxo. Evidentemente que devem ser adequadas ao cumprimento de suas finalidades e também ao meio onde foram edificadas.
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A propósito, Emmanuel assim define o Centro Espírita:
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Um centro espírita é uma escola onde podemos aprender e ensinar, plantar o bem e recolher-lhe as graças, aprimorar-nos e aperfeiçoar os outros, na senda eterna.
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E  André Luiz sugere sobre as condições físicas: “O recinto das reuniões pede limpeza e simplicidade”.
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A análise histórica poderá ser boa conselheira no sentido de se verificar o que ocorreu com os movimentos religiosos que se fundamentaram nas edificações materiais e na estrutura organizacional.
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Com base em Paulo – “Temos um altar” – Emmanuel comenta sobre o “Altar íntimo”:
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Até agora, construímos altares em toda parte, reverenciando o Mestre e Senhor. [...] Materializado o monumento da fé, ajoelhamo-nos em atitude de prece e procuramos a inspiração divina. [...] Apresentemos, portanto, ao Senhor as nossas oferendas e sacrifícios em quotas abençoadas de amor ao próximo, adorando-o, através do altar do coração, e prossigamos no trabalho que nos cabe realizar.
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Sobre o assunto, também merecem atenção as sedes de Órgãos e de Entidades Federativas, que têm a tarefa de dinamizar a união e a unificação.
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O documento de trabalho Orientação aos Órgãos de Unificação, aprovado pelo Conselho Federativo Nacional da FEB, define conceitos relacionados com o tema, como as ações de Entidade Federativa como Centro Espírita e campo experimental:
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Em algumas condições a Entidade Federativa pode executar ações chamadas de campo experimental. O campo experimental, agregado à própria Entidade Federativa, ou a um ou mais Centros Espíritas por ela designados, deve ser entendido como um local onde estão sendo implementados projetos, pesquisas e programas de estudo e de prática, inclusive com o objetivo de avaliá-los e convalidá-los. Historicamente, a Entidade Federativa pode ter se estruturado em um Centro Espírita e este pode ter mantido suas atividades, que não devem ser confundidas com as de campo experimental. A estrutura e as atividades que caracterizam um Centro Espírita devem atender às recomendações de Orientação ao Centro Espírita. A Entidade Federativa que mantém campo experimental ou um Centro Espírita deve priorizar suas atividades federativas, de forma coerente com seus estatutos. O campo experimental ou o Centro Espírita podem colaborar com a formação de equipes de  trabalho para as atividades federativas, nas quais deve-se privilegiar a participação representativa e as experiências bem sucedidas de todo o território de abrangência da Federativa.
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A sede física de um Órgão ou Entidade Federativa deve ser entendida como um ponto de referência.Na realidade, deve-se trabalhar com o conceito ampliado de sede – estendida –, e relacionada com a seara espírita e a comunidade em que se inserem.
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Entende-se por atividade federativa as ações que visem a difusão da Doutrina Espírita, a união fraterna entre as instituições espíritas e os espíritas, bem como o apoio aos Centros Espíritas, propiciando o trabalho em equipe e a preparação de trabalhadores. As ações devem ser implementadas pela Entidade Federativa e seus órgãos, em todo o território de sua abrangência.
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As sedes devem ser entendidas como postos de trabalho, prioritariamente voltadas para a preparação de trabalhadores espíritas.O foco de atenção dos trabalhadores e o público alvo não devem estar circunscritos a trabalhos internos, ou seja, às atividades intra-muros.A ação envolve toda a área de abrangência do Órgão ou da Federativa.
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O desenvolvimento de atividades com base em objetivos bem definidos enseja condições para o planejamento consubstanciado em prioridades. A execução do plano de trabalho da instituição é fim, enquanto a sede e as necessárias estruturas organizacionais são meios.A edificação física e a organização administrativa são importantes, mas a dinamização das atividades são indispensáveis, para que “prossigamos no trabalho que nos cabe realizar” .
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As soluções para os problemas administrativos, inclusive das sedes das instituições, e as recomendações para as suas atividades “devem ter como parâmetro o que é simples e viável para a maioria das instituições” brasileiras, pois urge a difusão dos princípios espíritas em todas as faixas sociais, até mesmo favorecendo o acolhimento dos simples no Movimento Espírita.
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A transição para a Nova Era já se inicia e o Espiritismo deve “cumprir seu papel – de consolo, apoio, esclarecimento e contribuição para a libertação espiritual” .
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A Causa é mais importante do que a Casa!

 

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