Palestra de Sábado na FEAK – 23/05

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Venha assistir à Palestra de sábado, dia 23/05, às 19h00min na FEAK – Fundação Espírita Allan Kardec
Rua Itamar Soares de Oliveira, 200 – Cascatinha
Juiz de Fora – MG

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Expositor: Alcione Andries
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Tema: Livre

 

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Deus não te faltará – Emmanuel

Difícil é o caminho de elevação.
Deus te guiará.

Espinhos talvez te firam.
Deus saberá curar-te.

Desenganos surgirão.
Deus se te fará reconforto.

Incompreensões, por certo, virão sobre ti.
Deus te fortalecerá para que as superes.

Provações despontarão do cotidiano.
Deus te apoiará, a fim de que possas vencê-las.

O desânimo te ameaçará.
Deus te renovará as energias.

É possível venhas a sofrer perdas de importância.
Deus te enviará os recursos de que necessites.

Em algumas ocasiões, talvez caias.
Deus te socorrerá para que te levantes.

As crises da senda de aperfeiçoamento, muitas vezes, se multiplicarão, em torno de teus passos.
Confia, porém, no amparo de Deus, trabalha, serve e caminha.

Deus não te faltará.

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Fonte: livro “Fé”, de Emmanuel (Espírito) e Francisco C. Xavier (médium)

 

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Justiça Divina – Aula 05

 

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Palestra de Quinta feira na FEAK- 21/05


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Hoje, quinta feira, 21/05, às 14h 30min, haverá palestra na FEAK

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Expositor(a): Andréa Stambassi
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Tema: Livre
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Local: FEAK – Fundação Espírita Allan Kardec
Rua: Itamar Soares de Oliveira, 200 – Cascatinha
Cep: 36033-280
Juiz de Fora – MG
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Divulguem e Participe!!!

 

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A Lei do Amor


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Um dos pontos mais relevantes a ser entendido sobre a vida é a Lei do Amor. Todo mundo fala, pensa e vive de amor. Cristo disse: “ame ao próximo como a si mesmo; amai vossos inimigos”. As religiões certamente garantem que o amor é o caminho do céu, onde todos vivem felizes. O contrário, o ódio é rumo certo para o inferno, lugar de trevas. Uma pessoa muito feliz se encontra em estado de amor. Muitas vezes encontra o amor em outra pessoa. É a paixão explodindo em seu coração. De repente tudo parece mudar. Será que o amor tem fim? Há um limite e um tempo para amar? Não, amor existe no ser humano e em todas as coisas na natureza. Um rio, uma mata, um animal, uma nuvem, uma chuva, um objeto, etc, etc. Mas as formas de amar são infinitamente diferentes de um ser para outro. Há pessoas que amam sensivelmente outras pessoas, enquanto outras as odeiam. Para uns uma borboleta pode não significar nada, para outros há um envolvimento essencialmente amoroso. Isso observamos em tudo. Como definir o certo e o errado nisso tudo? Não me atrevo jamais a tentar responder uma questão dessa complexidade. Mas usar nossa razão em qualquer situação pode ser útil.

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Realmente o amor é sentimento ímpar. Algo inimaginável, surpreendente, muito acima de tudo o que podemos sentir no momento. A própria vida, essência de tudo, não seria possível caso Deus não houvesse definido a Lei do Amor. Em cada ser espiritual, o Criador inclui a centelha do amor capaz de promover o equilíbrio necessário à manutenção da harmonia universal em todos os sentidos. Isso permite a cada um viver rumo ao infinito caminho da evolução do bem comum. Rumo a felicidade eterna, e conseqüentemente, a manutenção da organização celestial em torno da vida. Nesse caminho, a cada dia, aperfeiçoamos o amor e atingimos momentos felizes. Amor e felicidade caminham juntos. Amor é a causa, felicidade o efeito. Ninguém é infeliz por natureza. A infelicidade momentânea é processo doloroso, sofrimento árduo, que só o amor é capaz de libertá-lo. Amor é solidariedade, fraternidade. É a verdadeira caridade. Com seu aprimoramento, os laços de afinidades se unem e os momentos felizes se tornam mais e maiores.

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Sem esse processo, se pudesse existir uma sociedade com a ausência total da centelha do amor, ou seja, uma comunidade existindo sob a Lei do ódio, egoísmo, vaidade, onde os mais fortes predominariam sobre os mais fracos, tudo caminharia para a destruição, o caos e o nada. Mesmo em locais onde habitam espíritos de níveis de evolução muito inferiores, há a atuação de espíritos de ordem mais avançada no gerenciamento da existência da vida. A centelha do amor presente em todo o universo é, portanto, fruto da perfeição da criação Divina.

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Com a formação do Espírito, Deus o torna parte da sua criação universal e recebe a chama do próprio Criador (O AMOR), para trabalhar na construção da vida, gerando a harmonia, o equilíbrio e a adequada Lei da Existência. Cabe a ele se desenvolver, ao longo de uma caminhada infinita, contribuindo com o Criador no arranjo das necessidades para o aprimoramento rumo a perfeição. Mas muito grande é essa jornada e graças a Lei do amor é possível crescer numa velocidade conforme a sua própria vontade, ou seja, seu próprio livre-arbítrio. Quanto mais se avança na evolução espiritual, mais aumenta a sua participação no equilíbrio da criação e maior é o convívio num ambiente feliz. Isso significa conforto e satisfação pessoal cada vez maior.

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A Lei do amor é, portanto, a essência de tudo. Como tirar o melhor proveito dessa Lei? É preciso um esforço indescritível de cada um no seu aprimoramento pessoal, buscando amar a todas as coisas. “Conhece-te a ti mesmo”. É o diagnóstico do Ser. Como estou? O que desejo? Sou o que sou, melhor do que fui e serei melhor do que sou. O tamanho do passo seguinte depende do passo anterior…

 

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“Professora do Trem”

Veja o que Armando Falconi fala sobre “Professora do Trem”:
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ARTHUR CONAN DOYLE

Segundo escreveu o saudoso Prof. José Herculano Pires, prefaciando a obra de Arthur Conan Doyle, “História do Espiritismo”, é um nome conhecido e lido no mundo inteiro.

Dotado Conan Doyle de fértil imaginação, comunicabilidade natural de seu estilo, a espontaneidade de suas criações tornaram-no um escritor apreciado e amado por todos os povos.
Em nosso país a série Sherlock Holmes, a série Ficção Histórica e a série Contos e Novelas Fantásticas aqui estão para comprovar a afirmação feita em favor do extraordinário escritor.

Entretanto, é bom que se diga que ele não apenas se destacou naquelas linhas compostas com três séries, pois além de historiador, pregou o uso de métodos científicos na pesquisa policial, destacou-se também como um lúcido escritor espírita em todo o mundo, revelando notável compreensão do problema espírita in-totum (como ciência, filosofia e religião).

Então, além daquelas séries enumeradas no início destas considerações existem mais duas séries: a de História e a do Espiritismo.

Ao ser lançada a primeira edição da obra “História do Espiritismo”, a revista inglesa “Light” destacou o equilíbrio e a imparcialidade com que o assunto foi abordado. Uma extensa Nota assinada por D.N.G. destacou que os críticos haviam sido “agradavelmente surpreendidos”, porque Conan Doyle, conhecido como ardoroso propagandista do Espiritismo, fora de uma imparcialidade a toda prova. E o articulista da revista “Light” continuava: “Uma obra de história, escrita com preconceitos favoráveis ou contrários, seria, pelo menos, antiartística, pecado jamais cometido pelo autor de – The White Company -, em nenhum de seus trabalhos”.

O próprio Autor define aquele critério ao falar do desejo de contribuir para que o Espiritismo tivesse sua história e o objetivo da obra não era o de fazer propaganda de suas convicções, mas o de historiar o movimento espírita. Daí, colocar-se imparcial e serenamente como observador dos fatos que se desenrolam aos seus olhos, através do tempo e do espaço. (Ipsis litteris).

Reconhecendo a magnitude e amplitude do trabalho que se propôs realizar pediu auxílio a outras pessoas e encontrou em Mrs. Leslie Curnow uma dedicada e eficiente colaboradora e com essa ajuda prosseguiu investigações até concluir a obra.

Reconheceu não haver realizado um trabalho completo porque não dispunha de recursos necessários e tempo, mas, com satisfação verificou que fez o que era possível no momento, diante da enorme extensão e complexidade do assunto, além das condições de dificuldades do próprio movimento espírita da época. Arthur Conan Doyle nasceu em 22 de maio de 1859, em Edimburgo, faleceu em 7 de julho de 1930, em Cowborough (Susex), após viver 71 anos bem proveitosos.

Em junho de 1887 escreveu uma carta ao Editor da revista “Lìght” explicando as razões de haver se convertido ao Espiritismo. Tal carta foi publicada na edição de 2 de julho de 1887 da referida revista e republicada na edição de 27 de agosto de 1927. Em 15 de julho de 1929 a “Revista Internacional do Espiritismo”, de Matão, São Paulo, dirigida por Cairbar Schutel, publicou no Brasil a primeira tradução integral daquela carta, documento importante, onde o jovem médico em 1887 revelava ampla compreensão do Espiritismo e a importância da Mensagem que a Doutrina trazia para o mundo inteiro.

Conan Doyle ainda escreveu um pequeno livro traduzido por Guillon Ribeiro e sob o título “A Nova Revelação”, que descreve em detalhes como se deu sua conversão. Outras obras doutrinárias de grande mérito, revelando perfeito entendimento do problema religioso do Espiritismo, afirmando a condição essencialmente psíquica da religião espírita, “A Religião Psíquica”.

A doutrina da reencarnação determinou o aparecimento de uma divergência entre aquilo que se estabeleceu chamar Espiritismo Latino e Espiritismo Anglo-Saxão. Estes, particularmente os ingleses e americanos, embora aceitassem a Doutrina Espírita não admitiam o Princípio Reencarnacionista e tal motivou os ataques e críticas ao Espiritismo. Embora a resistência mantida na Inglaterra e nos Estados Unidos contra o Princípio Reencarnacionista, Conan Doyle e outros espíritas americanos e ingleses, de renome, admitiam a reencarnação.

Na obra “A Nova Revelação”, Conan Doyle declara que “muitos estudiosos têm sido atraídos ao Espiritismo, uns pelo aspecto religioso, outros pelo científico, mas, até agora ninguém tentou estabelecer a exata relação que existe entre os dois aspectos do problema”. Tal foi escrito entre 1927 e 1928, sessenta anos após a desencarnação de Kardec.
Sabemos que Kardec definiu e solucionou aquele problema ao apresentar o Espiritismo como Doutrina sob tríplice aspecto: filosófica, científica e religiosa.

E Conan Doyle identificava-se com o pensamento de Kardec, aguardando que a codificação kardequiana aparecesse, sem perceber que ela já existia e estava ao seu lado, para lá do Canal da Mancha.
 

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Pinga Fogo com Armando Falconi (Parte VIII)

 

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Seminário com Ricardo Baesso na FEAK

Confirmada a presença do expositor Ricardo Baesso na FEAK, aplicando um seminário sobre seu novo livro “Que somos nós”.
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Será feito o lançamento desta obra, e este seminário é exclusivo para os TVAB’s (Trabalhadores Voluntários Ativos no Bem da Equipe FEAK) no dia 22 de Agosto, das 14 às 17 horas.
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Mais informações em breve!

 

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Surgimento da Doutrina Espírita (Parte XIV)


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LIBERDADE NO ESTUDO E AS ESCOLHAS POR COMPARAÇÃO
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N’O Livro dos Médiuns, Kardec aconselhou o seguinte: Os que desejem tudo conhecer de uma ciência devem necessariamente ler tudo o que se ache escrito sobre a matéria, ou, pelo menos, o que haja de principal, não se limitando a um único autor. Devem mesmo ler o pró e o contra, as críticas como as apologias, inteirar-se dos diferentes sistemas, a fim de poderem julgar por comparação.
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Por esse lado, não preconizamos, nem criticamos obra alguma, visto não querermos, de nenhum modo, influenciar a opinião que dela se possa formar. Trazendo nossa pedra ao edifício, colocamo-nos nas fileiras. Não nos cabe ser juiz e parte e não alimentamos a ridícula pretensão de ser o único distribuidor da luz. Toca ao leitor separar o bom do mau, o verdadeiro do falso. (15)
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Em 1869, um pouco antes da sua morte em o Catálogo Racional das Obras para se Fundar uma Biblioteca Espíritaescreveu Kardec o seguinte: Proibir um livro é dar mostras de que o tememos. O Espiritismo, longe de temer a divulgação dos escritos publicados contra ele e interditar sua leitura aos adeptos, chama a atenção destes e do público para tais obras, a fim de que possam julgar por comparação.
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RETORNO A PÁTRIA ESPIRITUAL
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Depois deste grandioso trabalho, no dia 31 de março de 1869, com 65 anos de idade, em Paris, vítima da ruptura de um aneurisma, Allan Kardec retorna à Pátria Espiritual. Sua missão se completa, no entanto, somente no ano de 1890, quando é editado o livro “Obras Póstumas”, reunindo os últimos escritos do grande Codificador.

 

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