Reunião de Saúde e Autoconhecimento – 17/09/2013 – Parte 2/5

 

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O Livro da Gênese

Leia mais uma conversa de Allan Kardec com os espíritos sobre o livro da Gênese. Veio a lume em janeiro de 1868.

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9 de setembro de 1867
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(ségur, sessão íntima. Médium sr. D…)

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(comunicação espontânea.)

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Duas palavras primeiro para a obra que está em trabalho. Como dissemos muitas vezes, é urgente pô-la em execução sem atraso e apressar, o mais possível, a sua publicação. É necessário que a primeira impressão seja produzida sobre os espíritos quando o conflito europeu estourar; se ela tardasse, os acontecimentos brutais poderiam desviar a atenção das obras puramente filosóficas; e como esta obra está chamada a desempenhar o seu papel na elaboração que se prepara, não é preciso deixar de apresentá-la em tempo oportuno. Entretanto, não seria necessário, não mais para isso, restringir-lhe os desenvolvimentos. Dai-lhe toda amplitude desejável; cada pequena parte tem o seu peso na balança da ação, numa época tão decisiva quanto essa, e não é preciso nada negligenciar, não mais na ordem material do que na ordem moral.

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Pessoalmente, estou satisfeito com o trabalho, mas a minha opinião é pouca coisa perto da satisfação daqueles a quem ela está chamada a transformar. O que me alegra, sobretudo, são suas consequências sobre as massas, tanto do espaço quanto da terra.

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Pergunta. – se nada vier embaraçá-la, a obra poderá aparecer em dezembro. Prevedes obstáculos?

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Resposta. – não prevejo nada de dificuldades insuperáveis; a vossa saúde seria o principal, é por isso que vos aconselhamos, sem cessar, para não negligenciá-la. Quanto aos obstáculos exteriores, não pressinto nada de sério neles.

 

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Divulgação Teatro Há Dois Mil Anos

No dia 26 de Abril, no TEATRO CELSO PEÇANHA as 19 e 18 horas teremos a apresentação da peça Teatral HÁ 2000 ANOS DE CHICO XAVIER (UMA DAS HISTORIAS MAIS BONITAS DE SUA OBRA), ingressos a venda a somente R$ 20 meia e antecipados no teatro e na LIVRARIA ESPIRITA FE E ESPERANÇA.

Venha comemorar o mês do CHICO XAVIER conosco.

 

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O CRISTÃO SEM A PRÁTICA DA CARIDADE, A DEUS ELE NÃO AMA DE VERDADE

Leia o texto abaixo, intitulado “O Cristão sem a prática da caridade, a Deus ele não ama de verdade”, retirado do boletim Mensagem de Luz:
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Há muita gente que pensa que ser cristão é estar muito presente na igreja, no templo ou no centro espírita, ficar dando tapinhas nas costas dos líderes religiosos, e concordar com tudo que eles ensinam, como se eles fossem infalíveis, quando nem Jesus sabe tudo (Mateus 24: 36). Isso é, pois, um grande engano.
Quando o Nazareno disse (Mateus 25: 40): O que fizerdes a um desses pequeninos – pequeninos aqui são os maiores pecadores –, foi a mim que fizestes.
Ele quis mostrar que, como Ele nos ama de fato no mesmo grau com que Ele ama a si próprio, qualquer mal praticado contra alguém se torna também, pois, um mal contra Ele mesmo. A mensagem evangélica é realmente de amor a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. Por isso, a caridade é a mais importante das três virtudes teologais: fé, esperança e caridade, a única que dura para sempre. (1 Coríntios 13:13). E certa vez, disse o Excelso: “Se,  pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa-a perante o altar, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta.” (São Mateus 5: 23 e 24). Nessa passagem, Jesus nos ensina que nós devemos reconciliar-nos com o nosso adversário enquanto estamos a caminho com ele, ou
seja, na mesma reencarnação, pois, se assim não agirmos, seremos colocados no cárcere, isto é, entregues à lei de causa e efeito ou do carma, e não seremos livres enquanto não pagarmos tudo até o último centavo, o que demonstra que somos nós mesmos que pagamos os nossos pecados, e que as penas não são sempiternas. É mais importante, pois, estarmos bem com o nosso semelhante do que
fazermos ofertas a Deus que não precisa de nenhuma oferta nossa, mas nós precisamos estar em paz e harmonia com os nossos semelhantes, sem o que não podemos ser felizes e ter desperto em nós o reino de Deus.
Também João, na sua Primeira Carta, ensina: “Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê.” (1 João 4: 20). E muito bem inspirado por espíritos santos, disse Kardec: “Fora da caridade não há salvação.” E caridade é a prática do amor. Alguns pastores, mal informados ou querendo afastar seus fiéis dos meios espíritas, ensinam para seus fiéis que os espíritas estão perdendo o seu tempo fazendo obras de caridade, pois diz Paulo que “obras da lei não salvam ninguém.” Acontece que essas obras da lei são as mosaicas, num total de 613, prescritas por Moisés. Exemplos: a circuncisão, guardar os sábados, lavar as mãos antes das refeições. Mas vejamos o que ensina o próprio Paulo:
“Ainda que eu tenha o dom de profetizar e reconheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé ao ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.” (1 Coríntios 13: 2).
E reiteramos o que já foi dito, ou seja, que a caridade é a prática do amor!
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José Reis Chaves
(Belo Horizonte – MG)

 

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“Justiça Divina” – com Armando Falconi – Aula 01

O Céu e o Inferno, ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo, é um livro espírita francês.
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Da codificação de Allan Kardec, foi publicado em Paris em 1º de agosto de 1865.
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É uma das 5 obras básicas do Espiritismo.
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Neste ano de 2015, completa seu sesquicentenário.
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Assista as aulas gravadas por Armando Falconi Filho na TV Nova Luz.
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Cada sexta-feira disponibilizaremos uma nova aula.

 

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Seminário do livro Perdão Gera Saúde

Confira as fotos do Seminário do livro PERDÃO GERA SAÚDE ministrado por Armando Falconi Filho no dia 04 de abril, sábado, em Diamante de Ubá – MG, no Centro Espírita Nosso Lar.

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Reflita sobre mais uma experiência retirada do livro: “O Céu e Inferno”

Reflita sobre mais uma experiência de uma vida cheia de amor, resignação e confiança em Deus e na imortalidade da alma. Texto retirado do livro O Céu e Inferno de Allan Kardec.

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VICTOR LEBUFLE

Moço, prático do porto do Havre, falecido aos vinte anos de idade.
Morava com sua mãe, mercadora, a quem prodigalizava os mais ternos e afetuosos cuidados, sustentando-a com o produto do seu rude trabalho. Nunca o viram frequentar tabernas nem entregar-se aos tão freqüentes excessos da sua profissão, por não querer desviar a menor partícula de salário do fim piedoso que lhe destinava. Todo o seu lazer consagrava-o à sua mãe para poupá-la de fadigas. Afetado de há muito por enfermidade, da qual, sabia, havia de morrer, ocultava-lhe os sofrimentos para não a inquietar e para que ela não quisesse privá-lo da sua parte de labor. Na idade das paixões, eram precisos a esse moço um grande cabedal de qualidades morais e poderosa força de vontade para resistir às perniciosas tentações do meio em que vivia. De sincera piedade, a sua morte foi edificante.

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Na véspera da morte, exigiu de sua mãe que fosse repousar, dizendo-lhe ter, também ele, necessidade de dormir.
Ela teve a esse tempo uma visão; achava-se, disse, em grande escuridão, quando viu um ponto luminoso que crescia pouco a pouco, até que o quarto ficou iluminado por brilhante claridade, da qual se destacava radiante a figura do filho, elevando-se ao Espaço infinito. Compreendeu que o seu fim estava próximo, e, com efeito, no dia seguinte, aquela alma bem formada havia deixado a Terra, murmurando uma prece.
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Uma família espírita, conhecedora da sua bela conduta, interessando-se por sua mãe, que ficara sozinha, teve a ideia de o evocar pouco tempo após a morte e ele se manifestou espontaneamente, dando a seguinte comunicação:

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“Desejais saber como estou agora; feliz, felicíssimo! Devem ser levados em conta os sofrimentos e angústias, que são a origem das bênçãos e da felicidade de além-túmulo. A felicidade! Ah! não compreendeis o que significa essa palavra. As venturas terrenas quão longe estão das que experimentamos ao regressar para Jesus, com a consciência pura, com a confiança do servo cumpridor do seu dever, que espera cheio de alegria a aprovação dAquele que é tudo.

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“Ah! meus amigos, a vida é penosa e difícil, quando se não tem em vista o seu fim; mas eu vos digo, em verdade, que quando vierdes para junto de nós, se seguirdes a lei de Deus, sereis recompensados além, mas muito além dos sofrimentos e dos méritos que porventura julgardes ter adquirido para a outra vida. Sede bons e caritativos, dessa caridade tão desconhecida entre os homens, e que se chama benevolência. Socorrei os vossos semelhantes, fazendo por outrem mais que por vós mesmos, uma vez que ignorais a miséria alheia e conheceis a vossa.

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“Socorrei minha mãe, pobre mãe, único pesar que me vem da Terra. Ela deve passar por outras provas e preciso é que chegue ao céu. Adeus, vou vê-la. Victor.

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” O guia do médium. – Nem sempre os sofrimentos amargados na Terra constituem uma expiação. Os Espíritos que, cumprindo a vontade do Senhor, baixam à Terra, como este, são felizes em provar males que para outros seriam uma expiação. O sono os revigora perante o Todo-Poderoso, dando-lhes a força de tudo suportarem para sua maior glória. A missão deste Espírito, em sua última existência, não era de aparato, mas por mais obscura que fosse nem por isso tinha menos mérito, visto como não podia ser estimulado pelo orgulho. Ele tinha, antes de tudo, um dever de gratidão a cumprir para com aquela que foi sua mãe; depois, deveria demonstrar que nos piores ambientes podem encontrar-se almas puras, de nobres e elevados sentimentos, capazes de resistir a todas as tentações. Isso é uma prova de que as qualidades morais têm causas anteriores, e um tal exemplo não terá sido estéril.

 

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Livros de André Luiz – Evolução em Dois Mundos

Confira este vídeo em que Armando Falconi aborda sobre o livro 10 de André Luíz – Evolução em Dois Mundos:

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Palestra de Quinta feira na FEAK- 23/04


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Amanhã, quinta feira, 23/04, às 14h 30min, haverá palestra na FEAK

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Expositor(a): Ana Araujo
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Tema: Livre
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Local: FEAK – Fundação Espírita Allan Kardec
Rua: Itamar Soares de Oliveira, 200 – Cascatinha
Cep: 36033-280
Juiz de Fora – MG
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Divulguem e Participe!!!

 

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Curiosidades do Espiritismo

Descubra algumas curiosidades do Espiritismo.
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Ectoplasmia
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Durante uma aparição na corte francesa de Napoleão III em 1857. Daniel Douglas Home impressionou a bela imperatriz Eugênia, materializando uma mão espectral que agarrou o lenço da dama e nele deu um nó.

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Raps

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Segundo um velho manuscrito, o Sr. Welsh, sacerdote na cidade de Ayr (Escócia), dialogava com os espíritos por meio de raps. Isso ocorreu em 1661, e o fato está consignado no documento intitulado Saddusimus Triunphatus, que também cita o caso de diálogos mantidos com uma entidade, por meio de batidas num tambor. (Revista Planeta)

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Auto de Fé de Barcelona

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Numa manhã de outubro de 1861 em Barcelona na Espanha, milhares de pessoas se reuniram para assistir a queima de trezentas obras espíritas importadas da França pelo livreiro Lachâtre. O comandante da inusitada cerimônia era o Bispo Dom Antônio Palau Y Thermmens, que alegava serem as obras espíritas contrárias à fé católica. A cerimônia constava de um padre com uma cruz e uma tocha, um notário encarregado de redigir a ata, o ajudante do notário, um funcionário da superior administração aduaneira e pasmem, três serventes da Alfândega, encarregados de atiçar o fogo além de um agente da Alfândega, representando o proprietário das publicações que foram queimadas.

 

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