Dissipando sombras

Leia o texto de Allan Kardec e reflita

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O credo, a religião do Espiritismo

Autor: Allan Kardec

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Crer em um Deus Todo-Poderoso, soberanamente justo e bom; crer na alma e em sua imortalidade; na preexistência da alma como única justificativa do presente; na pluralidade das existências como meio de expiação, de reparação e de adiantamento intelectual e moral; na perfectibilidade dos seres mais imperfeitos; na felicidade crescente na perfeição; na eqüitativa remuneração do bem e do mal, segundo o princípio: a cada um segundo as suas obras; na igualdade da justiça para todos, sem exceções, favores nem privilégios para nenhuma criatura; na duração da expiação limitada à da imperfeição; no livre arbítrio do homem, que lhe deixa sempre a escolha entre o bem e o mal; crer na continuidade das relações entre o mundo visível e o mundo invisível, na solidariedade que religa todos os seres passados, presentes e futuros, encarnados e desencarnados, considerar a vida terrestre como transitória e uma das fases da Vida do Espírito, que é eterno; aceitar corajosamente as provações, tendo em vista o futuro mais invejável do que o presente; praticar a caridade em pensamentos, em palavras e em ações na mais ampla acepção da palavra; se esforçar cada dia para ser melhor do que na véspera, extirpando alguma imperfeição de sua alma; submeter todas as suas crenças ao controle do livre exame e da razão, e nada aceitar pela fé cega; respeitar todas as crenças sinceras, por irracionais que nos pareçam, e não violentar a consciência de ninguém; ver, enfim, nas diferentes descobertas da ciência a revelação das leis da Natureza, que são as leis de Deus: eis o Credo, a religião do Espiritismo, religião que pode se conciliar com todos os cultos, quer dizer, com todas as maneiras de adorar a Deus. É o laço que deve unir todos os Espíritas em uma santa comunhão de pensamentos, à espera que uma todos os homens sob a bandeira da fraternidade universal.

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Com a fraternidade, filha da caridade, os homens viverão em paz, se poupando os males inumeráveis que nascem da discórdia, filha, a seu turno, do orgulho, do egoísmo, da ambição, do ciúme e de todas as imperfeições da Humanidade.

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O espiritismo dá aos homens tudo o que é preciso para sua felicidade neste mundo, porque lhes ensina a se contentarem com aquilo que têm; que os Espíritos sejam, pois, os primeiros a aproveitarem os benefícios que ele traz, e que inaugura entre eles o reino da harmonia, que resplandecerá nas gerações futuras.

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Os Espíritos que nos cercam aqui são inumeráveis, atraídos pelo objetivo que nos propusemos em nos reunindo, a fim de darem aos nossos pensamentos a força que nasce da união.

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Doemos àqueles que nos são caros uma boa lembrança e um testemunho de nossa afeição, os encorajamentos e as consolações àqueles que deles têm necessidade. Façamos de maneira que cada um receba a sua parte dos sentimentos de caridade benevolente, da qual estaremos animados, e que esta reunião traga os frutos que todos estão no direito de esperá-los.

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Texto retirado do discurso de abertura proferido por Allan Kardec à Sessão Anual Comemorativa dos Mortos, na Sociedade de Paris, em 1o de novembro de 1868, sob o tema “O Espiritismo é uma Religião?”.

 

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Dissipando sombras

Veja o vídeo em que Armando Falconi fala sobre a mensagem “Dissipando Sombras”:
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A Voz da Razão

Na revista “Reformador” deste mês, foi publicado um texto interessantíssimo, denominado ” A voz da Razão”. Recomendo a leitura a todos!
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MAURO PAIVA FONSECA
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Uma observação, ainda que supérflua, demonstra que a grande maioria dos homens se conduz como se a vida presente
em que se situam não tivesse objetivos outros, senão a satisfação das necessidades imediatas, em todos os campos da sociedade humana. Qual a nossa origem? Por que existimos? Qual o futuro que nos aguarda? Como e onde estaremos após o inevitável desfecho da morte? Existiremos ainda? É assunto de que não cogitam, esquecidos de que obrigatoriamente,
em algum momento, todos terão que encarar.
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Não será uma questão de querer ou não, pois o conhecimento é um atributo, a cuja conquista ninguém poderá fugir, porque aprender é uma lei! Não importa o tempo, mas a velocidade com que adquirimos o saber demonstra o nível
de progresso que conseguimos alcançar. Na medida em que se ampliam essas aquisições, mais se alargarão os nossos horizontes e perceberemos com maior nitidez sua importância e valor.
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O conhecimento é tão infinito quanto a própria vida em sua expressão contínua de eternidade. De nada adianta fingirmos ignorar essas realidades, tapando os olhos, os ouvidos e bloqueando a razão na vã tentativa de alhear-nos da verdade.
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Os inteligentes, isentos de preconceitos, lançam-se com determinação na busca das soluções para as interrogações que nos impõe a vida futura. Quanto mais formos avançando, mais se nos tornarão patentes para a magnitude,
a complexidade destas interrogações, o que estimulará o desejo de avançar, cada vez com maior intensidade. Infelizmente, a maioria prefere ocultar a própria indiferença pela busca daquelas respostas nos sofismas e desculpas, sem perceber que são as principais vítimas dessa atitude. Retardam a própria ventura, representada pela conquista de uma soma
cada vez maior de poder e liberdade. No entanto, a negligência, a indiferença, a inércia e a má vontade
dos indivíduos em nada modificam os fatos reais que constituem o porvir. A acomodação ao menor esforço, em relação ao
avanço que necessitam conquistar, apenas alimenta o estado de ignorância sobre a realidade da vida futura, prolongando indefinidamente os sofrimentos e aflições, constituindo-se em obstáculos de que se alimentam as dores, os males
e os infortúnios de toda a natureza, o que retarda o advento de felicidade, paz e equilíbrio na vida das criaturas.
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Quando Jesus veio à Terra, para ensinar e exemplificar aos homens o caminho que os conduziria ao progresso libertador, deixou explícitas promessas para aqueles que o seguissem, isto é, seguissem seus ensinamentos; mas, essas promessas não se referiam à vida presente material, e sim à vida futura.
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Estas verdades o Mestre as ofereceu veladamente através de sublimes parábolas, já que as inteligências da época não poderiam assimilá-las em sua verdadeira plenitude. Por isso, foram complementadas pelas informações oferecidas
por aqueles que, já tendo deixado a vida material e possuidores de grande sabedoria, trouxeram-nas por meio do fenômeno
da mediunidade, de que são dotados os missionários incumbidos pelo Mestre de as divulgar, tornando-as acessíveis a quaisquer níveis intelectuais.
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Homens, como o francês Allan Kardec e o brasileiro Francisco Cândido Xavier, possibilitaram chegar ao mundo material os conhecimentos sobre o código de inteligência e moral, constituindo-se na Doutrina Espírita, e a farta literatura sobre a realidade da vida além-túmulo e sua interação com os habitantes da vida material.
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O Espiritismo é, assim, um permanente convite ao conhecimento da vida futura, dentro dos limites que a razão e a inteligência dos homens possam conceber, e de todas as conquistas que necessitamos empreender, para chegar
a ela de corações libertos do mal e repletos de conquistas das virtudes que nos farão felizes e venturosos.
Partamos para a luta! Acomodar-se ao menor esforço é a pior das opções para chegarmos ao cumprimento da sentença deixada pelo divino Mestre: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. (João, 8:32.)

 

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Divino Favor

Assista ao vídeo em que Armando Falconi fala acerda da mensagem “Divino Favor”:
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O homem, produto do meio?

Será o homem um produto do meio em que vive? O texto abaixo – retirado do “Reformador” de nov/2013 – discute acerca dessa questão. Não deixe de ler!
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LICURGO SOARES DE LACERDA FILHO
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Hippolyte Adolphe Taine (1828-1893) foi um filósofo, crítico e historiador francês, que se notabilizou por ser um dos expoentes do movimento denominado Positivismo.
Em seu entendimento, Taine compreendia o ser humano como produto de três fatores determinantes: o meio ambiente onde estivesse inserido, a raça a que pertencesse e a contextualização do momento histórico vivido.
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De fato, o princípio estabelecido pelo filósofo pode ser observado através da História. Grandes líderes, como o macedônio Alexandre, o Grande (356-323 a.C.), o
romano Caio Júlio César (100-44 a.C.), o mongol Gengis Khan (1162-1227) e o francês Napoleão Bonaparte (1769-1821), alcançaram a condição de liderança não somente pelas características de suas personalidades moldadas para o comando, mas porque estavam perfeitamente inseridos no meio em que comandaram. Assim, não apenas
atendiam aos anseios de expressivo número de seus liderados, mas sabiam usar em seus benefícios a identidade étnica e aproveitar as oportunidades do contexto
vigente.
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Só existem líderes, porque existem os liderados. E entre os liderados, a questão do “determinismo” de Taine também se reproduz, dando força à questionável
ideia de que “o homem é produto do meio”. E não precisamos ir tão longe ao passado para analisar tal condição, basta observarmos quanto, atualmente, a identidade
individual é moldada por interesses diversos: veste-se, come-se, bebe-se e, principalmente, age-se de acordo com padrões predeterminados, sem que se reflexione
mais profundamente acerca da conveniência de se adotar esse ou aquele modismo, essa ou aquela regra de conduta.
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Voltando ao passado histórico, pode-se observar o movimento empreendido por alguns indivíduos que se opuseram a esse “determinismo”, adotando conduta divergente da admitida como legítima pelo senso comum e afrontando as regras e os conceitos que, embora admissíveis pela lei de então, se contrapunham aos preceitos morais necessários para o equilíbrio e a harmonia da vida em comunidade. Por conta de suas atitudes, esses personagens findaram por ser sacrificados em nome daquelas leis. Os exemplos são merecedores de nosso respeito e admiração: o filósofo grego Sócrates (469-399 a.C.), a mártir cristã Víbia Perpétua (?-203), o pensador e reformador religioso, nascido na região da Boêmia, Jan Huss (1369-1415), o teólogo, filósofo, escritor e frade dominicano italiano, Giordano Bruno (1548–1600), além de tantos outros e outras, alguns dos quais mantidos à margem da História escrita.
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É interessante ressaltar que, acima de todos esses “reformadores sociais”, permanece um exemplo soberano, não só por sua determinação em apontar os vícios
morais, mas também por indicar as alternativas para a iluminação individual e por suas promessas de felicidade na vida futura para aqueles que continuassem fiéis
às suas convicções: Jesus. Hoje, nós, personagens dessa infinita história universal, mergulhados no meio que nos foi dado como oportunidade evolutiva, dividindo
nossas existências com afetos e desafetos de outras épocas, permanecemos influenciados pela cultura e pelo contexto atual, sofremos a interferência do pensamento
e das ações dos que estão à nossa volta e, algumas vezes, somos instados a adotar regras sociais de cunho duvidoso.
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Apesar de tudo, como cidadãos universais, que objetivam a evolução em todos os seus níveis, devemos estar cônscios de que nosso patrimônio intelectual e moral,
adquirido durante o transcorrer das sucessivas experiências reencarnatórias, já nos outorgou a maioridade necessária, que nos dá condições para distinguir entre
o que deve e o que não deve ser feito, ou seja, já nos propiciou a capacidade de saber usar uma de nossas mais expressivas aquisições: o livre-arbítrio. Diante disso,
cabe-nos arcar com as consequências, colhendo os frutos de nossas escolhas.

 

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Livro de Respostas

Veja o vídeo com Armando Falconi comentando sobre “Livro de Respostas”:
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Pense nisso

Reflita sobre a mensagem intitulada O sal da Terra.

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Em várias passagens do Evangelho, Jesus exorta Seus seguidores a que sejam o sal da Terra e a luz do Mundo.

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A mensagem cristã constitui um chamado ao desprendimento das coisas e dos valores mundanos.

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Desprendimento não no sentido de desprezo, mas com o significado de dar a tudo o seu justo valor.

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Sabe-se que as conquistas terrenas são fugazes e transitórias.

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Tudo o que se refere à matéria possui uma grande fragilidade.

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Beleza, poder, influência, fortuna, tudo isso cedo ou tarde fenece ou troca de mãos.

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A vida é cheia de revezes e os percalços inerentes à trajetória humana podem amargurar.

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Quem coloca todas as suas alegrias e expectativas nessas conquistas transitórias candidata-se a fortes decepções.

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A proposta evangélica é que se deve viver no Mundo, mas sem ser do Mundo.

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Ocupar-se com dignidade das atividades que garantem a manutenção da vida e da ordem social.

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Estudar, trabalhar, cuidar da saúde e planejar a própria existência com prudência e critério.

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Contudo, perceber que a finalidade do viver terreno não se cinge a tais aspectos.

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Por preciosa que seja determinada conquista material, ela um dia ficará para trás.

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Ao mesmo tempo, os revezes da fortuna nem sempre permitem que se atinja o objetivo almejado.

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Nem por isso a criatura humana deve se tornar angustiada ou indiferente.

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Para bem aproveitar seu tempo na Terra, ela precisa aprender a dar a cada coisa o seu merecido valor.

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Tendo em vista seu potencial de desenvolvimento da inteligência e da vontade, são positivos os mais comuns sonhos humanos.

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Entretanto, sua realização não pode constituir a meta da existência.

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Ciente de que um dia o corpo físico perecerá, é importante cuidar do que a ele transcende.

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Aí se encontra a possibilidade que a mensagem cristã possui de conferir um novo sabor à vida do homem.

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À semelhança do sal, ela funciona como um tempero, dá um atrativo diferente ao que de outro modo seria insípido.

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Trata-se do convite à vivência de virtudes com o potencial de tornar doce e pacífico o coração.

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Jesus apresentou ao mundo um Deus pleno de amor e sabedoria.

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A fé nesse Deus amoroso e sábio possui o condão de pacificar a alma, entre as lutas do mundo.

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Também o perdão é uma força libertadora, que permite seguir tranquilo mesmo por entre agressões.

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A compaixão faz com que o homem preste atenção no semelhante e sinta vontade de auxiliá-lo.

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Com isso, ajuda-o a não pensar muito em seus próprios problemas e sua vida se simplifica.

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O Evangelho significa Boa Nova e seu objetivo é tornar felizes os homens.

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Não promete uma felicidade feita das instáveis e perecíveis conquistas humanas.

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Mas assegura a vivência de doces emoções, com infinito potencial pacificador.

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Pense nisso.
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Redação do Momento Espírita.

 

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Ação e Reação

No vídeo de hoje Armando Falconi fala sobe o livro “Ação e Reação”:
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Palestra com Armando Falconi Formatura Suprema

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Hoje dia 22/07, às 19h, haverá palestra com Armando Falconi na Formatura de Medicina da Suprema
Expositor:Armando Falconi
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Tema: Livre
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Local: Casa Espírita
Rua: Sampaio, 425 – Centro
Cep: 36010-360

Informações: (32) 3231-6000 ou (32) 8845-0642
email de contato:
contato@falconiespiritismo.com

 

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Grupo de Valorização da Vida -22/07

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Acontece terça-feira, dia 22/07 na FEAK, o GVV – “Grupo de Valorização da Vida” para pessoas que querem aprender valorizar a própria vida e também para pessoas com idéias de autodestruição e seus familiares. Toda 2ª e 4ª terça-feira de cada mês.

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Local: FEAK – Rua Itamar Soares de Oliveira, 200 – Cascatinha.

Horário: 18h30min até 19h30min.

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Participe! Convide um amigo! Divulgue!

 

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