“Erotismo”

Armando Falconi fala sobre a mensagem “Erotismo”
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“A diferença”

Veja a mensagem do Espírito Irmão X psicografada por Chico Xavier intitulada “A diferença”
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“A reunião alcançava a parte final, e, na organização mediúnica Bezerra de Menezes retinha a palavra.
O Benfeitor distribuía consolações, quando um companheiro o alvejou com azedume:
- Bezerra não concordo com tanta máscara no ambiente espírita.
- Estou cansado de ser hipócrita. Falo contra mim mesmo. Posso, acaso, dizer que sou espírita-cristão?
- Vejo-me fustigado por egoísmo e intolerância, avareza e ciúme; cometo desatenções e disparates; reconheço-me frequentemente caído em maledicência e cobiça; ainda não venci a desconfiança, nem a propensão para ressentir-me; quando menos espero, chafurdo-me nos erros da vaidade e do orgulho; involuntariamente, articulo ofensas contra o próximo; a ambição mora comigo e, por isso, agrido os meus semelhantes com toda a força de minha brutalidade; a crítica, o despeito, a maldade e a imperfeição me seguem constantemente.
- Posso declarar-me espírita-cristão com tantos defeitos?
O venerável Bezerra de Menezes respondeu sereno:
- Eu também, meu amigo, ainda estou em meio de todas essas mazelas e sou espírita-cristão…
- Como assim? – revidou o consulente agitado.
- Perfeitamente – concluiu Bezerra de Menezes, sem alterar-se.
- Todas essas qualidades negativas ainda me acompanham…
- Só existe, porém, um ponto, meu caro, que não posso esquecer. É que, antes de ser espírita-cristão, eu fazia força para correr atrás de todas elas e agora, que sou cristão e espírita, faço força para fugir delas todas…
E, Bezerra de Menezes sorrindo:
- Como vê meu amigo, há muita diferença.”
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Livro “Momentos de Ouro”. Lição nº 12. Página 67.

 

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“Parábolas e Símbolos”

Veja a mensagem psicografada por Divaldo Pereira Franco, intitulada “Parábolas e Símbolos”, retirada do jornal eletrônico “Mensagem de Luz” de Maio de 2013
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Pergunta-se, frequentemente, por qual razão falava Jesus por parábolas. A interrogação pode ser respondida após breve e cuidadosa reflexão.
Desejando que a Sua mensagem ultrapassasse o tempo em que era enunciada e o lugar em que se fazia ouvida, não poderia ficar encerrada nas formulações verbais vigentes, pela pobreza da própria linguagem.
Se assim fora, à medida que o tempo avançasse, ficaria superada em razão da maneira como fora formulada.
Utilizando-se, porém, da parábola, do conhecimento dos símbolos, deu-lhe caráter de permanência em todas as épocas.
A Semiótica, ou disciplina que estuda os símbolos, demonstra a facilidade que os mesmos representam para o entendimento de tudo quanto é transcendental ou subjetivo, tornando-o de fácil identificação. Talvez o símbolo seja o maior recurso de comunicação entre os seres humanos.

Especialistas em paleontologia encontraram-nos gravados em cascas de ovos há mais de sessenta mil anos, o que confirma a sua perenidade.

Todo símbolo reveste-se de um significado, não somente num como em todos os lugares, em qualquer idioma ou dialeto, facilitando o entendimento da sua representação.

Demais, uma narrativa amena, em forma de parábola, facilmente é entendida, ao mesmo tempo, memorizada, e quando é narrada, embora se alterem as palavras, o símbolo nela incluído ressalta e preserva-lhe o significado. Convivendo com mentes pouco esclarecidas
culturalmente, numa época de obscurantismo e de graves superstições, deveria superar os limites de então e coroar as futuras conquistas do conhecimento intelectual.
Concomitantemente, o seu objetivo era o de insculpir o pensamento no imo das emoções, e as parábolas, por centrarem o seu significado nos símbolos, jamais seriam olvidadas ou adulteradas.
Caberia à psicologia do futuro penetrar nos arcanos do inconsciente humano, no qual se arquivam todos os acontecimentos e se transformam em símbolos, que se fazem decompostos à medida que são liberados em catarse espontânea…
Uma figueira brava e uma rede de pescar, uma pérola e uma semente de mostarda em qualquer idioma e em todas as épocas preservam a sua realidade, facilitando o entendimento da narrativa na qual comparecem.

Desejando apresentar o reino dos Céus de forma inconfundível como deveria ser, totalmente desconhecido então, explicitado num símbolo adquiria fácil compreensão dos ouvintes e mais acessível assimilação emocional.
A moderna psicologia analítica, assim como a psicanálise penetram nos símbolos para interpretar os arquétipos, as heranças ancestrais, os mitos e contos de fadas, que se encontram arquivados nos recessos profundos do inconsciente humano.
Recorrem aos sonhos e às associações, para desvelar as imagens sombreadas e guardadas em símbolo que, interpretados, facultam trabalhar-se os conflitos, a fim de dilui-los.
Jesus foi e permanece sendo o mais qualificado psicoterapeuta da Humanidade, antecipando as doutrinas psicológicas, a fim de iluminá-las quando surgissem.
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“A Era Nova de divulgação do Reino de Deus”

Armando Falconi fala sobre “a mensagem: “A Era Nova de divulgação do Reino de Deus”
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“Infindáveis testemunhos morais a cada momento”

Veja a mensagem a seguir e reflita:
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Antes, os testemunhos físicos nos Circos de Roma.
Hoje, os infindáveis testemunhos morais a cada momento.
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“Certamente, não vos exigirão demonstrações públicas de fé através dos monumentais testemunhos que comovem multidões, mas, a vida vos imporá renúncias renteando com as tentações.
Ser-vos-á solicitada a manutenção dos ideais, muitas vezes, diante da incompreensão e do opróbrio, traduzindo o vosso sentimento de amor ao Rabi inesquecível.

Os vossos testemunhos serão mais severos do que os daqueles pioneiros de outrora.

Eles davam a vida num momento.
Vós outros tendes que doa-la, por momentos sucessivos, nos quais vos desgastareis, lentamente, qual o combustível que, atendendo à lâmpada que derrama claridade, também se consome.
Hoje, como ontem, o testemunho à fé que esposamos constitui-nos a coroa de identificação com o Cristo Jesus.

Certamente, não mais defrontaremos as arenas para o holocausto público, nem o cárcere de vergonha para a demonstração de nossa convicção religiosa; em verdade, não passaremos pela humilhação da desonra, nem seremos constrangidos ao exílio, separados da família e da pátria como outrora.

Não obstante haverem mudado as aparências, as estruturas permanecem as mesmas, assoladas pela vérmina da incompreensão, gerando dificuldade e contaminação.

E, hoje, meus filhos, quando o mundo nos observa, nos acompanha e nos abre as portas da facilidade, mediante honrarias e glorificações, fugazes que se aproximam do nosso trabalho, não nos deixemos fascinas pelos ouropéis, pelas frivolidades, mantendo a nossa fidelidade ao conteúdo austero da mensagem do Senhor, de que Allan Kardec se fez vexilário e excelente Codificador, até agora insuperado.

Compreendei que a mensagem cristã é desafio que testa a resistência moral e as fibras do caráter daqueles que se lhe vinculam em santificada e espontânea escravidão.

Não vos preocupeis por chorardes hoje, porque sorrireis mais tarde.

Crede, em nossas palavras, nenhum devaneio masoquista, nenhuma tinta de ordem sadista. Sucede que, todo aquele que elegeu Jesus, já não tem para quem ir e somente com Ele à frente marchando, logra a plenitude da felicidade.”
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Bezerra de Menezes

 

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Mensagem do livro “O Céu e o Inferno”

Armando Falconi fala sobre a mensagem do livro “O Céu e o Inferno” intitulada “Espíritos Felizes”
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‘Há um século e meio”

Veja a mensagem intitulada “Há um século e meio” de Jáder Sampaio
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O espiritismo não é uma produção solitária de um grupo perdido na capital francesa do século 19. O estudo dos fenômenos espirituais e da vida após a morte também não é uma produção burguesa, classe social adormecida para os problemas do mundo e do que hoje se chama de pessoas em situação de vulnerabilidade social. Allan Kardec deu-lhe o status de reflexão sobre o mundo e de adversário das vias materialistas para o futuro da humanidade.

Vemos alguns momentos distintos do trabalho de Rivail. No primeiro, ele reagiu às notícias que propunham a existência e interferência dos espíritos dos chamados mortos em nossas vidas. Em seguida, pesquisador, não se furtou de estudar os fenômenos espirituais, considerando-os a priori como fruto de alguma força física, como o magnetismo animal de Mesmer. Da observação cuidadosa dos fatos, ele teorizou, encontrando diversas explicações para o que via, mas sustentando a existência e comunicabilidade dos espíritos.

Uma vez aceita a mediunidade, começou a explorar e a checar as informações oriundas dos médiuns de sua época, o que lhe permitiu escrever uma opinião coletiva dos espíritos, através de um artifício curioso: buscava ideias semelhantes, lógicas e racionais, obtidas por médiuns diferentes, de preferência desconhecidos entre si. Seu trabalho não foi apenas passivo. Ele interrogou os espíritos comunicantes e, não raro, procurou médiuns diferentes para fazer as mesmas questões. A revisão de O Livro dos Espíritos para a publicação da segunda edição é uma prova viva disto.

Obtidos resultados importantes com as pesquisas, começou o trabalho de publicação e divulgação de suas observações e conclusões em diálogo com a espiritualidade. Fundou seu próprio grupo de pesquisas, a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas (SPEE), iniciou a publicação dos livros da codificação, e iniciou a publicação da Revista Espírita: Jornal de Estudos Psicológicos, periódico mensal e denso, que o colocou em comunicação à distância com o mundo leitor de sua época.

Na falta de um meio de comunicação como a internet, Kardec começou a receber cartas da França, de diversos países europeus, do norte da África e da América. Embora ele negasse que a SPEE fosse a sede de algum movimento federativo, situando-a como um grupo de estudos e pesquisas, ele não se negava a responder as cartas e a emitir sugestões e orientações a quem quer que o pedisse com boas intenções e seriedade.

Em 1860, Kardec fez uma visita a Lyon, e segundo Wallace Rodrigues foi recebido no Centro Espírita de Broteaux, por Dijon e sua esposa, um casal operário. No ano seguinte, volta à cidade dos mártires e encontra novos grupos formados.

Fizemos esta introdução para que possamos entender o livro que foi traduzido e publicado pela Casa e Editora O Clarim e que se chama Viagem Espírita em 1862*, de autoria de Allan Kardec.
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Dois anos após sua primeira viagem com finalidade espírita, Kardec realizou a “mais extensa” de toda a sua vida. Esboçamos um pequeno mapa que mostra em que cidades ele esteve pela França.

As informações sobre a viagem impressionam. São vinte cidades e mais de cinquenta reuniões. Imagino que o deslocamento se deu por algum veículo de tração animal ou via férrea. O calçamento das estradas e vias seguramente não era nada igual ao que temos hoje, e as despesas, como Allan Kardec fez questão de deixar claro, correram por conta própria, ao contrário do que acusaram seus adversários.

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Os relatos da viagem foram publicados sob a forma de livro para evitar a ocupação de um grande espaço da Revista Espírita. Kardec deseja mostrar não apenas o grande crescimento do movimento espírita francês, mas igualmente levar ao grande público o conteúdo de suas palestras.

São quatro os grandes temas tratados pelo conferencista:

Ele aborda os adversários do espiritismo, agrupando-os em adversários naturais e adversários entre os adeptos do espiritismo. Estes últimos já haviam sido descritos em O Livro dos Médiuns: os que apenas se interessam por fenômenos, os que entendem haver uma moral decorrente do estudo do espiritismo, mas não a praticam (espíritas experimentadores).

Kardec reafirma que ser espírita não é apenas uma questão de crença, mas de caráter também, embora reconheça que aqueles que ele chama de espíritas-cristãos ou verdadeiros espíritas, possam não conseguir viver em plenitude a ética espírita, cometendo erros, mas fazem esforços para torná-la cotidiana. Ele parafraseia sua própria frase de efeito, explicando: “Fora da caridade não há verdadeiros espíritas”.

Outro ponto alto do “recado” de Kardec aos novos espíritas é uma espécie de síntese dos princípios da moral espírita, que transcrevemos aqui:
Amai-vos uns aos outros.
Perdoai os vossos inimigos.
Retribuí o mal com o bem.
Não ter ira, rancor, animosidade, inveja ou ciúme.
Ser severos consigo mesmos e indulgentes com os outros.
Kardec discute com seu público sobre as animosidades no meio espírita. Essas são sesquicentenárias, pelo visto, talvez porque façam parte do espírito humano, que se encontra em processo de educação no meio espírita, mas têm impulsos de difícil controle.

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“Lição do semeador”

Armando Falconi fala sobre a mensagem “Lição do semeador”
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“Na hora da crise”

Veja a mensagem ditada pelo Espírito Emmanuel, psicografada por Chico Xavier intitulada “Na hora da crise”:

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bussola
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“Na hora da crise, emudece os lábios e ouve as vozes que falam inarticuladas, no imo de ti mesmo.
Perceberás, distintamente, o conflito.
É o passado que teima em ficar e o presente que anseia pelo futuro.
É o cárcere e a libertação.
A sombra e a luz.
A dívida e a esperança.
É o que foi e o que deve ser.
Na essência, é o mundo e o Cristo no coração.
Grita o mundo pelo verbo dos amigos e dos adversários, na Terra e além da Terra.
Adverte o Cristo, através da responsabilidade que nos vibra na consciência.
Diz o mundo: “acomoda-te como puderes”; Pede o Cristo: “levanta-te e anda”.
Diz o mundo: “faze o que desejas”; Pede o Cristo: “não peques mais”.
Diz o mundo: “destrói os opositores”; Pede o Cristo: “ama os teus inimigos”.
Diz o mundo: “renega os que te incomodem”; Pede o Cristo: “aos que te exija mil passos, caminha com ele dois mil”.
Diz o mundo: “apega-te à posse”; Pede o Cristo: “ao que te rogue a túnica cede também a capa”.
Diz o mundo: “fere a quem te fere”; Pede o Cristo: “perdoa sempre”.
Diz o mundo: “descansa e goza”; Pede o Cristo: “avança enquanto tens luz”.
Diz o mundo: “censura como quiseres”; Pede o Cristo: “não condenes”.
Diz o mundo: “não repares os meios para alcançar os fins”; Pede o Cristo: “serás medido pela medida que aplicares aos outros”.
Diz o mundo: “aborrece aos que te aborreçam”; Pede o Cristo: “ora pelos que te perseguem e caluniam”.
Diz o mundo: “acumula ouro e poder para que te faças temido”; Pede o Cristo: “provavelmente nesta noite pedirão tua alma e o que amontoaste para quem será?”.
Obsessão é também problema de sintonia.
O ouvido que escuta reflete a boca que fala.
O olho que algo vê assemelha-se, de algum modo, à coisa vista.
Não precisas, assim, sofrer longas hesitações nas horas de tempestade.
Se realmente procuras caminho justo, ouçamos o Cristo, e a palavra dele, por bússola infalível, traçar-nos-á rumo certo.
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Livro: Religião dos Espíritos. Lição nº 70. Página nº 195.

 

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“O Mecânico e o Cirurgião”

Armando Falconi fala sobre a metáfora “O Mecânico e o Cirurgião”

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