Como surgiu o interesse de Kardec pela Doutrina dos Espíritos

Reflita como surgiu o interesse de Kardec pela Doutrina dos Espíritos e O Livro dos Espíritos

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Saiba o que levou Kardec a escrever o livro dos espíritos, causando assim o próprio surgimento do Espiritismo. Esse resumo se baseia nas anotações de Allan Kardec.
A História do Espiritismo Codificado por Kardec
A primeira vez que Allan Kardec ouviu falar sobre o que viria a ser o espiritismo, foi em 1854 através de um amigo, chamado Fortier. Na época, pessoas estavam abismadas com a movimentação de mesas pesadas em pleno ar, entre os circundantes. Esse mesmo amigo, após algum tempo informou ao Kardec que as mesas estavam respondendo as perguntas por meio de batidas, como um Código Morse.
Kardec não acreditou que a mesa pudesse responder, pois mesa não tem uma unidade cerebral. Embora essa crença, lhe chegavam mais relatos oriundos de pessoas dignas de confiança, o que lhe deixava mais pensativo.
No outro ano, já no começo de 1855, encontrou o Sr. Carlotti, entusiasmado com o fenômeno. Com o tema já bem mais amadurecido pelas experiências, revelou ao Kardec que eram os espíritos que se comunicavam através das mesas.
Primeira Reunião Mediúnica de Allan Kardec
Em maio, um conhecido funcionário público, de nome Sr. Pâtier, lhe causou profunda impressão ao descrever sua experiência e convidou Kardec para presenciar uma reunião na casa de Sra. Plainemaison.
Kardec, pela primeira vez esteve diante de uma assembleia desse tipo e os fenômenos observados lhe fizeram perceber que estava diante de um fato muito importante, até então tido como diversão para os outros, mas que poderia se constituir uma verdadeira revelação.
Sendo homem de estudos, Kardec aplicou a essa nova ciência, métodos experimentais, nunca utilizando ideias preconcebidas. Dos efeitos observados buscava descobrir as causas. Dessas experiências percebeu o que chamou de a chave do passado e do futuro da humanidade e toda uma revolução de ideias.
O Surgimento do Primeiro Livro espírita
A princípio, Kardec buscou se instruir, mas a medida que mais respostas eram obtidas ele viu que as informações constituíam um todo e ganhavam proporção de doutrina. O desenvolvimento mais completo dessas questões se tornariam a base para O Livro dos Espíritos.
Antes de publicar, Kardec ainda submeteu o livro espírita ao exame de outros espíritos, buscando uma segunda e terceira opiniões sobre questões consideradas mais “espinhosas”, contanto ao longo do processo com a ajuda de mais de dez médiuns. O fruto desse trabalho, e marco do início do Espiritismo foi a publicação de O Livro dos Espíritos em 18 de abril de 1857.

 

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“Em seu benefício”

Armando Falconi fala sobre a mensagem “Em seu benefício”
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“A Cor do Mundo”

Veja a Redação do Momento Espírita intitulada “A Cor do Mundo” e reflita:

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O ancião descansava, sentado em velho banco à sombra de uma árvore, quando foi abordado pelo motorista de um automóvel que estacionou a seu lado:

– Bom dia!

– Bom dia! Respondeu o ancião.

– O senhor mora aqui?

– Sim, há muitos anos…

– Venho de mudança e gostaria de saber como é o povo daqui. Como o senhor vive aqui há tanto tempo deve conhecê-lo muito bem.

– É verdade, falou o ancião. Mas, por favor, me fale antes da cidade de onde vem.

– Ah! É ótima. Maravilhosa! Gente boa, fraterna… Fiz lá muitos amigos. Só a deixei por imperativos da profissão.

– Pois bem, meu filho. Esta cidade é exatamente igual. Vai gostar daqui.

O forasteiro agradeceu e partiu.

Minutos depois, apareceu outro motorista e também se dirigiu ao ancião: – Estou chegando para morar aqui. O que me diz do lugar?

O ancião, lançou-lhe a mesma pergunta:

- Como é a cidade de onde vem?

– Horrível! Povo orgulhoso, cheio de preconceitos, arrogante! Não fiz um único amigo naquele lugar horroroso!

Sinto muito, meu filho, pois aqui você encontrará o mesmo ambiente…

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Todos vemos no mundo e nas pessoas algo do que somos, do que pensamos, de nossa maneira de ser. Se somos nervosos, agressivos ou pessimistas, veremos tudo pela ótica de nossas tendências, imaginando conviver com gente assim. Em outras palavras, o mundo tem a cor que lhe damos através das nossas lentes. (…) Se nossas lentes estão turvadas pelo desânimo, o Universo que nos rodeia se apresenta desesperador. Mas, se ao contrário, nossas lentes estão clarificadas pelo otimismo, sentiremos que em todas as situações há aspectos positivos. Se o entusiasmo é o detergente das nossas lentes, perceberemos a vida em variados matizes de luzes e cores. A cor do mundo, portanto, depende da nossa ótica. O exterior estará sempre refletindo o que levamos no interior. (…)

(Redação do Momento Espírita)

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“A decepção é um desafio da escola humana, a fim de sabermos se estamos coerentes conosco, na seleção dos valores que se nos fazem necessários ao prosseguimento harmonioso das tarefas em que nos achamos empenhados.”

“Creio que uma consciência tranquila nada tem a temer.”

FRANCISCO C. XAVIER, do livro “Encontros com Chico Xavier”

 

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“Conceituação Espírita”

Veja a mensagem intitulada “Conceituação Espírita” retirada do Boletim Sei

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A existência de seres angélicos figura em todas as tradições religiosas, que os apresentam como individualidades livres do erro e de todo o mal, vivenciando uma felicidade plena e inalterável, decorrente da observância integral das Leis de Deus, cujos desígnios eles recebem diretamente e executam em todo o Universo. Dentre essas tradições, algumas, como a nossa judeu-cristã, os consideram essencialmente diferentes dos homens pois eles seriam, desde sua origem, seres perfeitos e inteiramente espirituais, numa flagrante injustiça para conosco que temos de conseguir com esforço e determinação a nossa melhoria, correndo ainda o risco de sermos condenados a sofrimentos perpétuos no inferno por algum erro mais grave cometido durante a existência material embora esta seja extremamente breve quando comparada com a eternidade. É interessante lembrar, no entanto, que o perdão concedido por um ministro religioso poderia nos livrar desse destino terrível… A Doutrina Espírita veio esclarecer que não existem castas na Criação pois todos temos origem, natureza e destinação idênticas, ou seja, no princípio simplicidade e ausência de conhecimento e experiência que devem ser adquiridos por esforço próprio, sob o amparo divino, através de trajetórias pessoais diferentes, na verdade únicas, mas que têm – todas – o mesmo ponto de chegada: a perfeição. Nesse percurso, que é extenso, o ser desenvolve sua inteligência e aprimora os sentimentos em aprendizado incessante, ao longo do qual realiza estágios na matéria para a obtenção de determinadas aquisições, empregando, então, corpos que se tornam mais sutis à medida que o progresso avança e ele se transfere para mundos mais adiantados.

A literatura espírita posterior à Codificação, referindo-se aos seres dessa condição – Jesus é um deles –, reafirma a impossibilidade atual de entendermos seu modo de vida face à total ausência de analogia com o nosso, que é ainda baseado no egoísmo e no desconhecimento das bases espirituais da existência. As observações seguintes, do conhecido orientador André Luiz, dão uma idéia dessa dificuldade: “Nessa substância original, ao influxo do próprio Senhor Supremo, operam as Inteligências Divinas a Ele agregadas, em processo de comunhão indescritível (…), extraindo desse hálito espiritual os celeiros da energia com que constroem os sistemas da Imensidade” (1).

“É imperioso reconhecer,  contudo, que não podemos, ainda, em nossa posição evolutiva, formular qualquer pensamento concreto acerca da natureza e dos atributos dos Anjos, nem ajuizar quanto ao sistema de relações que cultivam entre si” (2). (“Evolução em Dois Mundos”, psicografia de Francisco Cândido Xavier; (1) primeira parte, capítulo 1; (2) segunda parte, capítulo 12). Sabemos, no entanto, que estes seres sublimes acompanham nossa morada, envolvendo-nos com sua proteção amorosa, em nome da bondade e da sabedoria de nosso Pai Celestial.

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“O Céu e o Inferno” (Primeira Parte, capítulo 8, itens 12 a 15).

 

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“Em favor de você mesmo”

Armando Falconi fala sobre a mensagem “Em favor de você mesmo”
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Faltam 4 dias para o lançamento do livro “Perdão gera saúde” no Cine Teatro Central, Juiz de Fora.

Cartaz

 

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Maus tratos


Com relativa frequência se tem notícias de maus tratos infligidos por adultos a crianças.
Não nos referimos àqueles de tal monta que requerem atendimento médico especializado, quais sejam, queimaduras graves, espancamentos e prisões domiciliares, que decorrem de pessoas doentes.
Referimo-nos ao que se vê, transitando pelas ruas, a passeio, em clubes, cinemas, parques de diversão, shoppings.
São mães que conduzem a criança pela mão, sem se aperceberem que o pequeno tem menor estatura que elas, que o bracinho dele fica suspenso, em incômoda posição, que lhe deve causar desconforto e com certeza, dor.
Esquecem-se, igualmente, de que as pernas do pequerrucho não são tão longas quanto as suas, adultas, e não buscam diminuir o passo.
Ao contrário, o filho é que deve andar quase a correr, para acompanhar as largas passadas da mãe.
Quando a criança tropeça é suspensa pelo braço, de forma brusca, como se o membro infantil não apresentasse fragilidade, desmerecendo cuidados.
Alguns adultos tomam os filhos, dizendo que os levarão a passear, mas na verdade o que tais adultos têm em mente é apenas levarem as crianças e fazerem o que eles querem.
Param quando se sentem cansados ou encontrem um amigo para conversar, sem jamais indagarem das crianças o que elas desejam.
Por isso, quando os pequeninos se detêm, admirados, ante uma vitrina cheia de brinquedos ou de gravuras coloridas, ou um animal que passa, são de imediato arrancados de sua observação, aos puxões.
De outras vezes, em plena rua, perante os transeuntes, levam palmadas violentas na cabeça, nos braços, na boca, acrescidas de adjetivos depreciativos, por estarem a olhar, descuidadas para algo ou alguém e baterem o rosto no poste, tropeçarem ou caírem.
Quando assim procedemos, estamos nos esquecendo de que, vez ou outra, fazemos exatamente a mesma coisa.
Além do que, demonstramos o pouco ou nenhum conhecimento em matéria de psicologia, não recordando que a criança agredida se sente menosprezada, humilhada, fato que a marcará de maneira indelével.
Toda agressão moral ou física que sofre lhe marca a ferro e fogo a personalidade.
Não será de nos admirarmos se, com tais tratamentos, os rebentos de hoje retribuírem no amanhã de idêntica forma a quem se lhes aproxime, desde que, sendo um caráter em processo de educação, absorvem o que veem, sentem e padecem.
Repensemos nossos posicionamentos, pois que para se ensinar a conjugação dos verbos amar, acarinhar, aconchegar, é imperioso exemplificar.
Todas as palavras que não encontram sólido apoio nos atos são vazias, sem valor para a formação de outrem.
Jesus, o Divino Modelo, fez-Se criança e Se entregou aos cuidados de José e Maria, graças a cujos desvelos pôde chegar à adolescência, à juventude e, como Homem Integral, nos deixar Sua mensagem imorredoura de amor.
À semelhança Dele, os Espíritos que nascem como nossos filhos, buscam o melhor de nós para darem, no futuro, o melhor de si mesmos.
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Os filhos são bênçãos que nos chegam. Alguns deles são como pedras brutas para a lapidação. Se fizermos a nossa parte, poderemos seguir tranquilos na direção do futuro e de Deus, o Excelso Pai de todos nós.
Redação do Momento Espírita, com pensamento final extraído do verbete Filhos, do livro Repositório de sabedoria, v. 1, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.

 

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“Homem na Terra”

Visão de Allan Kardec a respeito do homem na Terra.

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Somente para tomarmos uma simples ideia de como era a lógica, o raciocínio de Allan Kardec, mediante os assuntos de suma importância para o equilíbrio da sociedade.

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Allan Kardec, em seus livros da codificação do Espiritismo, legou-nos lições valiosíssimas a respeito do homem.

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Com elas, descortinou o contexto grandioso e complexo em que estamos inseridos na Obra de Deus, permitindo-nos conhecer e entender a nós mesmos.
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Constate isso lendo a compilação de textos escritos por Allan Kardec, a seguir apresentada:

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O homem é constituído da alma, do perispírito e do corpo material:

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“A união da alma, do perispírito e do corpo material constitui o homem. A alma e o perispírito, separados do corpo material, constituem o ser a que chamamos Espírito. A alma é, assim, um ser simples. O Espírito é um ser duplo (alma e perispírito). E o homem é um ser triplo (alma, perispírito e corpo material).”

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“Quando a alma está unida ao corpo material, durante a sua vida corporal, tem dois envoltórios. O corpo material é o envoltório pesado, grosseiro e destrutível. O perispírito é o envoltório fluídico, leve e indestrutível. O perispírito é o elo que une a alma ao corpo material.”

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A alma é o ser inteligente; nela está a sede de todas as faculdades, de todas as percepções, e de todas as sensações. Ela sente e pensa por si mesma; é individual, distinta, perfectível, preexistente e sobrevivente à morte do corpo material.”

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“Por intermédio do perispírito, a alma faz o corpo material agir e ela percebe as sensações experimentadas pelo corpo material.”

 

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Mensagem “A Morte”

Armando Falconi fala sobre a mensagem “A Morte” psicografada por Raul Teixeira
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“Tolerância”

Veja este artigo de José Passini intitulado “Tolerância”
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Há pessoas que invocam a lapidar divisa de Kardec, na parte referente à tolerância, aplicando essa virtude no campo das publicações de livros que estão sendo editados sem o menor critério, tanto no que se refere ao conteúdo, quanto à forma.

É evidente que a recomendação do Codificador se aplica ao relacionamento entre as pessoas. Nesse sentido, há inúmeras páginas de benfeitores espirituais a recomendarem o exercício constante dessa virtude no trato pessoal. Tolerância para com pessoas, não para com suas obras. Sobre estas, Kardec sempre exercitou o mais severo critério, recomendando se fizesse o mesmo, antes de se divulgar algo em nome do Espiritismo.

Será que em nome da tolerância deve-se publicar tudo o que vem por via mediúnica, a fim de não se melindrar o médium? Se não há oportunidade de análise, onde situar a célebre recomendação do Espírito Erasto, contida em “O Livro dos Médiuns” (230): “Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea.”

E como aplicar o que Kardec recomenda no mesmo livro (266): “Em se submetendo todas as comunicações a um exame escrupuloso, em se lhes perscrutando e anali­sando o pensamento e as expressões, como é de uso fazer-se quando se trata de julgar uma obra literária, rejeitan­do-se, sem hesitação, tudo o que peque contra a lógica e o bom-senso, tudo o que desminta o caráter do Espírito que se supõe ser o que se está manifestando, leva-se o desânimo aos Espíritos mentirosos, que acabam por se retirar, uma vez fiquem bem convencidos de que não logra­rão iludir. Repetimos: este meio é único, mas é infalível, porque não há comunicação má que resista a uma crítica rigorosa. Os bons espíritos nunca se ofendem com esta, pois que eles próprios a aconselham e porque nada têm que temer do exame. Apenas os maus se formalizam e procuram evitá-lo, porque tudo têm a perder. Só com isso provam o que são.”

Continuando, o Codificador cita recomendação do Espírito São Luiz:

Qualquer que seja a confiança legítima que vos inspirem os Espíritos que presidem aos vossos trabalhos, uma recomendação há que nunca será demais repetir e que deveríeis ter presente sempre na vossa lembrança, quando vos entregais aos vossos estudos: é a de pesar e meditar, é a de submeter ao cadinho da razão mais severa todas as comunicações que receberdes; é a de não deixardes de pedir as explicações necessárias a formardes opinião segura, desde que um ponto vos pareça suspeito, duvidoso ou obscuro.”

Diante dessa concepção equivocada da tolerância, onde se situaria a recomendação de Jesus: “Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disso é de procedência maligna.” (Mt, 5:37)? E com Kardec aprende-se a refutar comunicações não condizentes com a estrutura doutrinária do Espiritismo.

Ser tolerante será que é dar a público tudo o que se produz mediunicamente, sem nenhuma avaliação, sem nenhum critério? E onde ficaria a recomendação de Paulo, a maior autoridade em assuntos mediúnicos dos tempos apostólicos: “E falem dois ou três profetas, e os outros julguem.” (I Co, 14: 29) Estaria o Apóstolo faltando com a tolerância? Além do mais, é de se notar que essa passagem está num trecho que o tradutor, João Ferreira de Almeida, entendendo o alcance da recomendação, intitulou: “A necessidade de ordem no culto”.

Entretanto, aqueles que zelam pela coerência, pelo nível de linguagem, pela manutenção da nobreza e da dignidade do discurso espírita são, não raro, tachados de intolerantes, e, por alguns articulistas atuais, de descaridosos e até de inquisidores.

A verdade é que há uma ânsia infrene de se publicar tudo o que se recebe – ou se supõe seja recebido mediunicamente –, sem uma análise criteriosa de conteúdo e de forma.

Mas, quem analisaria o conteúdo e a forma dos escritos? Seria, por certo, uma equipe formada por pessoas equilibradas, conhecedoras da Doutrina, sabedoras de que estão dividindo sua responsabilidade com o médium. Seriam pessoas serenas, cônscias da alta responsabilidade que assumida perante o Alto, ao se tornarem também responsáveis pela obra, e que, por isso mesmo, analisariam os textos, parágrafo a parágrafo, à luz da prece, quando obteriam de Jesus o amparo, no sentido de aumentar-lhes a lucidez, a serenidade e a noção de responsabilidade. Nesse círculo de alta responsabilidade é que deve ser exercitada a tolerância entre seus componentes, mas nunca em relação à obra.

 

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