“O testemunho”

Aprenda com a sabedoria e autoridade do ancião de Cesaréia de Felipe.
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“O Testemunho”
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Um santo homem repousava, junto a velho poço, em Cesaréia, quando se aproximaram dele alguns jovens aprendizes do Evangelho, rogando-lhe esclarecimentos sobre o testemunho a que se referem todos os orientadores da virtude cristã, na preparação espiritual.

O ancião fez um gesto de bênção e falou sem preâmbulos :
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– Um devotado judeu convertido à Boa Nova resolveu transportar a palavra do Senhor para certa comunidade rural da antiga Fenícia, onde residia, no intuito de guiar corações amigos, das trevas para a luz.

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Inflamado de entusiasmo, saiu de Jerusalém para a nova pátria que adotara, após recolher os ensinamentos do Messias, através dos apóstolos, em ambiente familiar.

.ente modificada e coração refeito, passou a ensinar as verdades novas, sem perder o calor da fé, ante a gelada indiferença de velhos companheiros de luta.

Ninguém queria saber de perdoar inimigos ou auxiliá-los e muito menos de lançar mão dos próprios haveres, em favor da fraternidade e, por isto, o pobre doutrinador foi insultado e apedrejado em praça pública.

Decorrido longo tempo de esforço inútil, deliberou transferir-se para aldeia próspera, situada às margens do Eufrates, onde contava com diversos amigos, e pôs-se a caminho, sem vacilar.
Seguia estrada fora, de pensamento voltado para o céu todo azul e ouro, agradecendo ao Mestre a bênção das flores e das brisas que lhe adocicava a marcha, quando, a certa altura de zona pantanosa, surpreendeu ardiloso crocodilo que, sorrateiro e voraz, rastejava ao seu encontro.
Compreendeu a extensão do perigo e tentou evitá-lo.
Recuou, instintivamente; todavia, dois temíveis animais da mesma espécie buscavam atacá-la pela retaguarda.
Sabia que, não longe, existia pequena cabana a que poderia abrigar-se e deu-se pressa em alcançá-la; atingindo-a, porém, reparou, surpreendido, que a choça fora incendiada por anônimo delinqüente.
Procurou a margem de grande canal próximo, onde pequena ponte lhe proporcionaria passagem para outro lado da região; entretanto, a ponte rústica fora arrebatada por inundações recentes.
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“O desafio do momento”

Acompanhe a psicografia de Jose Raul Teixeira e faça reflexões positivas.

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“Louvadas sejam as mãos que operam as ações do Bem, dirigidas por mentes devotadas à fidelidade aos norteamentos do Consolador.
Não é fácil encontrar-se na Terra muitas almas dispostas a renúncias e sacrifícios em favor dos tempos novos que, paradoxalmente, todos aguardam.
A impressão que se tem é que mentes muito poderosas mas negativas, que conhecem bastante a esfera das fragilidades humanas, atuam no sentido de minar o bom ânimo ou de insuflar desesperança em muitos corações, afastando-os dos caminhos seguros do Senhor.
Nada obstante, as falanges do Bem, capitaneadas por Prepostos de Jesus Cristo, diligentes e discretas, seguem firmes no empenho de desfazer espessas sombras que desorganizam e perturbam, além de iluminar consciências, incentivando-as à esperada fidelidade aos ensinamentos do Espiritismo.
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É com essa reflexão que convidamos  todos os irmãos de boa vontade para participarem da Caravana do Amor, que não se pode desmontar nem atarantar diante das investidas negativas do tempo presente.
O labor do Cristo nunca encontrou, na Terra, terreno fácil ou aceitação tranquila, mesmo entre indivíduos que se afirmam como seguidores do Bem. Para muitos deles seria mais interessante que a Mensagem Espírita não os retirasse das zonas de conforto nas quais se alocam, sem nenhum anseio de desacomodar-se, de ir à luta ou de efetuar as indispensáveis mudanças pelos caminhos da existência.
Como o Mestre afirmou que não se pode atender aos interesses de dois senhores, pelo risco de não se conseguir agradar a ambos igualmente, sentimos que já é tempo de optarmos pela polaridade mais importante para nós, ou seja, de fazermos as nossas escolhas definitivas para a vida.
É preciso que definamos a própria escala de valores, uma vez que ao assumirmos compromisso com a Verdade que liberta e com o Bem que alimenta, correremos menor risco de resvalar ou de nos conturbar à frente dos serviços a cumprir Seara afora.
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A nossa união em torno do ideal Espírita não pode ser procrastinada, sob pena de perdermos o passo do progresso anelado nas idas do nosso Movimento Espírita, que se propõe difundir a exuberante mensagem do Mundo Maior.
Não temos mais tempo para qualquer modalidade de fuga, de defecção ou de negligência perante os compromissos com o futuro, que já começou.
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Conferência “Educação, espiritualidade e transformação social” com Dora Incontri

 

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“Oração da Criança”

Veja a mensagem ditada pelo Espírito Emmanuel, intitulada “Oração da Criança”, psicografada por Chico Xavier
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Amigo.
Ajuda-me agora, para que eu te auxilie depois.
Não me relegues ao esquecimento, nem me condenes à ignorância e à crueldade.
Venho ao encontro de tua aspiração, de teu convívio, de tua obra.
Em tua companhia estou na condição da argila nas mãos do oleiro.
Hoje, sou sementeira, fragilidade, promessa…
Amanhã, porém, serei tua própria realização.
Corrige-me, com amor, quando a sombra do erro envolver-me o caminho, para que a confiança não me abandone.
Protege-me contra o mal.
Ensina-me a descobrir o bem.
Não me afastes de Deus e ajuda-me a conservar o amor e o respeito que devo às pessoas, aos animais e às coisas que nos cercam.
Não me negues tua boa-vontade, teu carinho e tua paciência.
Tenho tanta necessidade do teu coração, quanto à plantinha tenra precisa da água para prosperar e viver.
Dá-me tua bondade e dar-te-ei cooperação.
De ti depende que eu seja pior, ou melhor, amanhã.

 

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“Trabalhar”

Veja a mensagem intitulada “Trabalhar” de André Luiz do livro “Resposta da Vida”, psicografada por Chico Xavier
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Se você acredita na preguiça, olhe a água parada.
Seja qual seja o seu problema, o trabalho será sempre a sua base de solução.
Não existe processo de angústia que não se desfaça ao toque do trabalho.
Diante de qualquer sofrimento, o trabalho é o nosso melhor caminho de libertação.
Não se aborreça se alguns companheiros lhe abandonarem a estrada; continue em seu próprio dever e o trabalho lhe trará outros.
Todos os medicamentos são valiosos na farmácia da vida, mas o trabalho é o remédio que oferece complemento a todos eles.
Quem trabalha encontra meios de esclarecer, mas não tem tempo de discutir.
O sucesso quase sempre se forma com uma parte de ideal e noventa e nove partes de suor na ação que o realiza.

 

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“Família e Casamento”

Veja a mensagem retirada do Boletim Sei deste mês intitulada “Família e Casamento”:
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Fala-se, já há várias décadas, numa crise da família, entendida, neste caso, como a família nuclear tradicional, formada por um casal vivendo em companhia dos filhos, em uma residência.
A menção à crise refere-se a uma suposta fragilidade desse modelo, que o exporia com certa frequência ao rompimento com a posterior integração de seus ex-membros a novos grupos familiares, o que a prática realmente mostra, sem, no entanto, a propalada intensidade da ocorrência, bem como sem que diminua a importância da família constituída em bases retas, de amor e respeito recíprocos e de compartilhamento de problemas e decisões, como espaço privilegiado para o fortalecimento de seus membros e para a melhor formação física e moral das crianças e jovens que a compõem.

Na tradição cristã, ao longo de muitos séculos, o casamento foi – e ainda é – considerado um sacramento, ou seja, um ato que conta com a intervenção divina e, portanto, não passível de revisão ou mudança, sendo, ainda, por pressão religiosa, legalmente indissolúvel, o que somente se modificou ao longo do século XX. Tendo-se em vista as condições em que, não raro, se constituíam as famílias no passado, isto é, com base em considerações econômicas ou sociais, não surpreende a presença de conflitos e sofrimentos no grupo familiar, bem como o expressivo número de uniões irregulares.
O progresso da legislação permitiu que em época recente os casamentos passassem a depender, essencialmente, da vontade do casal formalmente expressa por meio de um contrato ou simplesmente manifestada na opção de vida em comum, com ou sem a presença de filhos, as uniões estáveis, equiparadas a casamentos formais para fins previdenciários e de herança. É, todavia, melhor para o casal que se decide pela formação de um novo lar a confirmação de tal atitude perante a lei humana, pois, como a Doutrina Espírita mostra claramente, nossas responsabilidades decorrem, antes de mais nada, dos compromissos que livre e pessoalmente firmamos com o próximo, com ou sem registros formais dos mesmos, e a vida em família figura entre os mais importantes dentre eles. A dissolução do vínculo familiar em decorrência de egoísmo, vício ou ilusão, conforme habitualmente observamos, não provém de alguma deficiência daquele modelo, que é de inspiração superior, mas de falhas do ser humano em evolução na Terra, que não consegue demonstrar o comprometimento, o esforço e, não raro, a renúncia que a lealdade aos laços de família requer como contrapartida das alegrias que ela proporciona.
As famílias terrenas, como igualmente mostram as obras espíritas, não reúnem apenas individualidades afins, mas também comparsas ou vítimas de antigos deslizes que cometemos e que voltam ao nosso convívio, beneficiados, tanto quanto nós, pelo esquecimento temporário do passado, para a necessária reaproximação à luz da fraternidade.
Na família não encontraremos, assim, uma paisagem florida de alegrias constantes, mas um valioso campo de trabalho e experimentação, no qual, mercê de nosso empenho e dedicação, poderemos colher excelentes frutos de renovação e paz, discernimento e esperança.

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“O Evangelho segundo o Espiritismo” (capítulo 22, item 4).

 

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“Mídia e Insensatez”

Armando Falconi fala sobre “Mídia e Insensatez”
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“Ética moral”

Acompanhe conosco o artigo do nobre espírita Altivo Ferreira, intitulado “Ética moral”.

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1. Ética e Moral
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A Ética (do grego ethika) é a parte da Filosofia que estuda os valores morais e os princípios ideais da conduta humana (Dicionário Michaelis)1. Relaciona-se com os costumes, sendo chamada ciência da conduta e ciência da moral, cujo objetivo é o julgamento e a distinção entre o bem e o mal. A Ética teve origem na Grécia, com Aristóteles (384-322 a.C.), o qual utilizou esse nome pela primeira vez em seu livro Ética a Micômaco.
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A distinção entre ética e moral é, todavia, tênue. Já na Roma antiga, Cícero (106-43 a.C.) dizia que eles denominavam moral o que os gregos chamavam de ética.
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Com Jesus Cristo, os conceitos éticos assumiram nova dimensão, como se depreende das palavras do Espírito Carlos Torres Pastorino, no recente livro Impermanência e Imortalidade, cap. “Ética e razão”:
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“Foi Jesus que apresentou o amor como fundamental para a vida, dando início ao primado do dever e da moral como essenciais à felicidade humana. Antes Dele, os princípios da ética moral eram graves, especialmente em Israel, atados às leis severas, estabelecidas por homens cruéis, mais interessados em punir, em vingar-se do que em educar e corrigir. Desde a Pena de Talião, que Ele substituiu pela do perdão, mediante o qual é concedido ao infrator a reabilitação, não ficando isento da responsabilidade do erro e das suas conseqüências, mas facultando-lhe possibilidades de retribuir à sociedade em bens os males que praticou.”
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Surge, assim, a ética cristã, fundamentada nos ensinos do Mestre Nazareno. Pedro e seus companheiros vivenciam o amor e praticam a caridade na Casa do Caminho. Paulo de Tarso dá-lhe consistência, traçando diretrizes de ordem comportamental aos gentios em suas memoráveis Epístolas, das quais destacamos estes preceitos: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Romanos, 12:21); “Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam” (I Coríntios, 10:23); e reforça com seu exemplo: “Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gálatas, 2:19-20).
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Com o correr do tempo e o predomínio da Igreja, depois, com a Reforma Protestante, a ética cristã foi sendo adaptada às concepções da Teologia, na medida em que o comportamento humano era influenciado pelo temor a Deus, pela crença no pecado, nas penas eternas, em que a salvação da alma era condicionada à submissão aos dogmas e sacramentos, ou à fé em Cristo.
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Iniciada no século XVII a Era da Razão, a partir de René Descartes (1596-1650), passando pelos filósofos do Iluminismo, até Jean-Jacques Rousseau (1712-1799) e Emmanuel Kant (1724-1804), no século XVIII, as reflexões éticas prepararam o pensamento humano para o advento do Consolador prometido por Jesus, destinado a reconduzir a ética cristã à sua pureza original.

 

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Frases de pensadores para a reflexão

Armando Falconi fala sobre frases de pensadores para a reflexão

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Reunião Mensal de saúde e autoconhecimento

Nesta terça, 18 de novembro, ocorrerá a reunião mensal de Saúde de autoconhecimento na FEAK, às 18h30min.
Compartilhe, compareça e traga seus amigos e familiares!

 

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