Livro é notícia

Leia o texto retirado do Boletim SEI, sobre o livro “Vivendo com Jesus”:
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Autora de obras como “Até o fim dos tempos”, “Luz do mundo”, “Pelos caminhos de Jesus”
e “Primícias do Reino”, Amélia Rodrigues vem mais uma vez pela psicografia de
Divaldo Pereira Franco trazer sua contribuição à literatura espírita.
Em “Vivendo com Jesus”, seu mais novo lançamento, a autora espiritual, que é conhecida
por seus comentários de profunda beleza sobre temas do Evangelho, renova suas
mensagens de fé, de esperança, de caridade, de amor incondicional ao próximo, de
entrega total à vivência do bem, através de 30 crônicas sobre a vida de Jesus e seu
apostolado. “As páginas que se irão ler têm o objetivo de trazer de volta à consciência
hodierna alguns encontros e vivências com Jesus,
durante os dias em que Ele jornadeou na Terra, como estrela de primeira
grandeza com o brilho diminuído” – conta Amélia na Apresentação do livro, que sai
com o selo da Livraria Espírita Alvorada Editora, a Leal, de Salvador.
Acompanhemos um dos trechos do livro:
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“A felicidade [...] independe do que
se tem, sendo um estado interior de paz,
que as questões de ordem material não
conseguem perturbar. Assim é o Reino
dos Céus, que tem início no coração das
criaturas, quando optam pelos valores do
bem, da justiça, do trabalho, do amor, da
solidariedade. A mudança de atitude na
vida em relação à harmonia entre todas
as coisas e seres acalma interiormente o
indivíduo, que passa a aspirar pela compreensão
entre todos e pelo espírito de
solidariedade que deve existir nos sentimentos.
Essa compreensão proporciona-
-lhe bem-estar interno, que se exterioriza
em forma de júbilo e de saúde mesmo que
surjam doenças nesse percurso… Aquele
que ainda procede, vivencia, desde então,
o Reino dos Céus no coração, prologando-
-o para além da morte física, quando o espírito,
livre das injunções penosas, muitas
vezes, do corpo, se alça em direção ao Pai Amoroso.
Todos somos originários do mundo
espiritual, que é eterno, portanto, anterior
a este, que serve de modelo para o corporal, para onde todos
retornaremos inevitavelmente, porque a morte não interrompe
a vida… Aqueles que houverem amealhado a paz e trabalhado
em favor da felicidade prosseguirão habitando em região de
incomparável beleza, onde não existem
sofrimentos nem desencantos, não se experimentam ansiedades nem receios,
porque a harmonia que o constitui enternece
o coração e enriquece a mente com a imperecível luz da felicidade.”
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“Tormentosa expectativa”, “Sublime encantamento”, “A magna carta universal”,
“Reino feliz”, “Cegos para a verdade”, “Despertar tardio”, “O grande
restaurador”, “Mãos mirradas”, “Sementes de vida eterna”, “Compaixão com dinamismo”,
“Tempestades do coração”, “A psicoterapia de Jesus” e “Glorificação
pela prece” são os títulos de alguns dos 30 capítulos em que se divide o livro,
que tem 200 páginas e 14×21cm.
Pedidos diretamente para a Leal,
pelo telefone (71) 3409-8312, e-mail vendaexternaleal@terra.com.br ou na página
www.mansaodocaminho.com.br.

 

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Livro de respostas

Veja o vídeo que Armando Falconi fala sobre “Livro de Respostas”:
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Atenção

Informamos que a Reunião de Entes Queridos que acontece toda 1ª terça-feira
de cada mês vai ser alterada agora em Setembro.
Ao invés de acontecer na 1ª semana será transferida para a 2ª semana, acontecerá portanto no dia 9 de setembro, no mesmo horário de 18h30min.

MOTIVO:

Dia 2 de setembro estará em Juiz de Fora o tribuno DIVALDO FRANCO, com palestra as 19h30min no MHall, ao lado do Museu Mariano Procópio, entrada franca.

Mais informações pelo tel.do SOS-Preces: 3236-1122.

Ajude-nos divulgando esta mudança entre seus contatos e em suas redessociais.

Fraternalmente

Armando Falconi Filho e Equipe de Apoio

 

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A comunicabilidade dos espíritos

Confira o texto publicado no informativo “Mensagem de Luz” sobre a comunicabilidade dos espíritos:
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O Espiritismo, como ciência prática, admite e prova
as comunicações com os Espíritos. O mundo visível
vive no meio do mundo invisível, com o qual está em
eterno contato. Disso resulta que eles reagem
incessantemente um sobre o outro. A mediunidade é
a capacidade que todas as pessoas possuem, em
maior ou em menor grau, de sentir a influência dos
Espíritos ou de se comunicar com os mesmos.
Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência
dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade
é inerente ao homem; não constitui, portanto, um
privilégio exclusivo.
Por isso, podemos dizer que todos são, mais ou menos,
médiuns.
Ressaltamos que a mediunidade não se apresenta da
mesma maneira em todos. Existem, dessa forma,
diferentes tipos de médiuns, sendo os mais comuns:
videntes, falantes, escreventes, audientes e
curadores.
Os médiuns videntes são aqueles dotados da
faculdade de ver os Espíritos.
Os médiuns falantes são aqueles que os Espíritos
utilizam para falar, fazendo uso da voz do médium.
Esse tipo de mediunidade é chamada de
“psicofonia”.
Os médiuns escreventes são aqueles que os Espíritos
utilizam para escrever, fazendo uso da mão do
médium. Esse tipo de mediunidade é chamada de
“psicografia”.
Os médiuns audientes são aqueles dotados da
faculdade de ouvir a voz dos Espíritos.
Os médiuns curadores são aqueles que possuem o
dom de curar ou de aliviar o doente através da
imposição de mãos ou pela prece. Esse tipo de
médium é chamado também de “médium passista”.
O “passe” é uma imposição de mãos, onde o médium,
com o auxílio dos Espíritos, transmite energias que
ajudarão o doente a recuperar a saúde física e
espiritual.
À medida que insistirmos em nossa melhoria,
desligando-nos do mal, a influência provocada pelos
Espíritos infelizes dará lugar aos conselhos e
sugestões edificantes dos benfeitores espirituais.
Todos nós possuímos benfeitores amigos que nos
amam e buscam nos auxiliar, mas é preciso que
tenhamos o coração aberto para os bons conselhos
que eles sempre nos dirigem. Nesse sentido, a
vigilância e a oração são os instrumentos mais
eficazes de que dispomos para neutralizar a influência
do mal, dando margem ao auxílio divino que nos
conduz à prática do bem.

 

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Libertação

No vídeo de hoje, Armando Falconi comenta sobre o 6° livro da obra de André Luiz: Libertação. Assista!
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A arte de educar

Leia o texto intitulado “A arte de educar”, publicado no Boletim SEI de agosto de 2013.
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Educar uma criança, sobretudo nos dias de hoje,de hoje,
pode não ser fácil, mas não é tarefa impossível.
Estabelecer regras é fundamental, devendo-se saber,
igualmente, que as crianças irão testar cada
uma delas, como esclarece o educador
Marcelo Cunha Bueno, diretor de um colégio na capital paulista,
em reportagem para a revista “Pais e Filhos” do mês de
maio. Segundo ele, quanto mais a criança
transgride, mais ela quer saber da regra, e
o segredo é a repetição.
“Muitas vezes, elas estão pedindo coerência.
Nós mostramos as regras e aí vem
aquela famosa frase: onde está escrito que
tem de ser assim?” É que, para as crianças,
a regra é um objeto que vai além deles e
daí vem a vontade de explorar esse objeto,
ou seja, eles vão tentar ultrapassar suas
regras e testar seus limites.
“Quando eles batem o pé repetidamente pedindo algo,
eles estão sendo crianças em sua essência, então os pais
devem intervir e mostrar que eles não
podem ter tudo” – afirma Marcelo, que
dá aos pais uma orientação para ajudar a
contornar essa necessidade da criança e
mostrar para ela quais são as regras. São
cinco pontos que devem ser ensinados:
planejar, antecipar, compartilhar suas
emoções e sentimentos, fazer uma rotina
e questionar. “Educar é uma tarefa muito solitária,
porque não têm uma fórmula
nem algo que funcione da mesma forma
com várias pessoas, mas é importante. Se
os pais não se ocuparem dessa tarefa, mais
tarde a sociedade o fará, e isso será bem
mais custoso.”
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Em seu livro “Depois da morte” (ed.
Celd), Léon Denis, no capítulo 54, aborda
o tema “A educação”, cujas observações
valem aqui ser relembradas:
“É através da educação que as gera-
ções se transformam e se aperfeiçoam.
Para se ter uma sociedade nova, é preciso
homens novos. Por isso, a educação desde
a infância é de uma importância capital.
Não basta ensinar à criança os elementos
da ciência. Tão essencial quanto ler, escrever,
calcular, é ensinar a governar-se,
a conduzir-se como ser racional e consciente;
é entrar na vida, armado não apenas para a luta material,
mas, sobretudo, para a luta moral” – diz Denis, frisando
que isso é com o que menos nos ocupamos,
prestando mais atenção em desenvolver as
faculdades brilhantes da criança,
não, porém, suas virtudes. “Na escola,
como na família, negligencia-se muito em
esclarecê-la sobre seus deveres e sobre
seu destino. [...] Uma boa educação moral
raramente é obra de um mestre.
Para despertar na criança as primeiras aspirações
pelo bem, para corrigir um caráter difícil,
é preciso ter, ao mesmo tempo, perseverança,
firmeza, uma ternura das quais só o
coração de um pai ou de uma mãe é suscetível.
Se os pais não conseguem corrigir seus filhos,
como aquele que conduz um grande número poderia fazê-lo?
[...] É preciso lembrar-se sempre de uma coisa,
é que esses espíritos vieram até nós para
que os ajudemos a vencer seus defeitos e
os preparemos para os deveres da vida.

*

“Não nos esqueçamos de que para
anular a sombra noturna não basta
arremeter os punhos cerrados contra o domínio
da noite. É preciso acender uma luz.”
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“Palavras de Vida Eterna” Emmanuel

 

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Tocando o barco

Veja o vídeo que Facloni fala sobre “Tocando o barco”
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Centro Espírita Irmão Francisco de Assis apresenta:

2ª Noite de Luz, com a dupla Tim e Vanessa, no dia 30 de agosto as 19:30h, no Grêmio Mário Lima, ao lado da rodoviária de Santos Dumont MG.

O evento contará também com a participação de Armando Falconi, tocando clarineta, entre outros artistas.

Ingressos antecipados quase esgotados. Garanta já o seu!

 

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Não ter medo da bondade e da ternura

Leia o texto de Lucy Dias Ramos, publicado no informativo “Mensagem de Luz” (set/2013):
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Lendo a homilia do Evangelho, que o Papa
Francisco apresentou em sua coroação, fiquei
emocionada com as palavras sinceras e revestidas
de simplicidade com que ele se expressou,
preocupado em atender aos pobres e desafortunados
da Terra.
Pela primeira vez, assisti a alguns fatos
relativos à eleição de um Papa, transmitidos pela TV
e surpreendeu-me sua atitude nas primeiras aparições
públicas como o novo Pastor e Condutor da Igreja
Católica que, convenhamos, tem perdido nas últimas
décadas, muito de sua supremacia e enveredado por
caminhos tortuosos e difíceis…
É inegável a grande responsabilidade
espiritual de que é revestido um Papa, cujo poder
sempre foi causa de muitos descaminhos ao longo
da História…
Mas os tempos são outros e a esperança
alenta muitos corações desejos de paz e
fraternidade… O novo Papa disse que para ele “o
poder significa serviço” e estas palavras dão uma
conotação nova às diretrizes que pretende imprimir
em sua missão, aliada à humildade e preocupação
com os mais carentes que sempre nortearam sua
vida religiosa.
Há uma necessidade imperiosa de se
acreditar que não estamos desamparados e que Jesus
dirige os destinos da Terra.
A consciência do verdadeiro cristão,
daquele que se diz seguidor do Cristo, é de assumir
novos compromissos colaborando com as
transformações que estão delineadas nesta fase de
transição que vivenciamos, quando nosso planeta
alcançará um novo ciclo na evolução espiritual
passando de provas e expiações a um mundo de
regeneração.
Há de se considerar que a união de todos
nós, cristãos, é uma necessidade real para
combatermos o materialismo, o fanatismo religioso
e tudo o que nos afasta do sentido existencial como
espíritos imortais. Estamos vinculados pela filiação
divina e pela lei do progresso moral com uma
destinação inerente aos filhos de Deus que não nos
segrega ou discrimina pela crença que adotamos…
Quando o novo Pontífice fala em “caminhar,
construir e difundir a palavra de Jesus”, ele está sendo
coerente com o que, realmente, precisa realizar como
autoridade máxima da Igreja e todos os seguidores desta
crença, se estiverem imbuídos do mesmo desejo,
estarão contribuindo para que seja mais prontamente
realizado o sonho de fraternidade e de paz de todos os cristãos.
Recentemente, com sua vinda ao Brasil, durante
a Jornada Mundial da Juventude, na cidade do Rio de
Janeiro, demonstrou com simplicidade e humildade cristã
o que preconizara em seu primeiro discurso, agindo
sempre de forma carinhosa e caridosa para com todos.
Há uma similitude com o que preconiza a
Codificação Espírita. Kardec já iniciava, quando do
lançamento de O Livro dos Espíritos, a base de uma
nova doutrina calcada no amor e na caridade, seguindo
os preceitos de Jesus e, assim, restaurava o Evangelho
em sua pureza, referindo-se a ele como o Código
Divino…
E não há como divergir no mundo cristão na
análise da moral do Cristo!
A Evangelização de todos, desde a criança ao
adulto, é uma proposta que todos os centros espíritas
apresentam, aliada à caridade, à assistência e promoção
social do ser humano, porque sem a educação dos
sentimentos, o atendimento material satisfaz, apenas,
parcialmente.
Atender aos que carecem de recursos materiais,
mas também levar o conhecimento e o alimento espiritual
para as almas aturdidas pelo sofrimento e pela descrença.
Há um detalhe na fala do Papa Francisco que
desejo comentar, dada a profundidade de suas
colocações em torno da caridade e do amor, quando
ele diz que precisamos “não ter medo da bondade e da
ternura..”
Em nossos dias quando a violência coloca-nos
diante de graves problemas vivenciais, vitimando
crianças, idosos e jovens, levando a dor e o luto a tantos
lares, o homem parece estar com medo de externar
seus sentimentos e na defensiva contra os que poderiam
supostamente atacá-lo, perde a sensibilidade, a gentileza,
a ternura, a espontaneidade…
As palavras do Papa dirigidas aos que o ouviam
em todo o mundo cristão, sensibilizaram-me e, ao
escrever e falar para você, querido leitor, o que sinto
em meu coração, expressa o desejo de que você,
também, perca o medo de ser uma pessoa bondosa, de
externar a ternura que o invade e expresse os melhores
sentimentos que afloram em sua mente…
Externar os melhores sentimentos de amor e
carinho para todos os que se acerquem de nós,
induzindo-nos ao amor sem limites, ao amor
imensurável que Deus tem pela Humanidade e nos
acolhe desde os primeiros tempos ensejando-nos a
liberdade de escolha, mas também colocando em
nossas vidas os limites necessários para que não nos
perdêssemos irremediavelmente nos labirintos da
dúvida, dos vícios morais e tivéssemos a oportunidade
do ressarcimento dos débitos e dos equívocos…
Não ter medo da bondade e da ternura…
Deixar que nosso coração seja tocado pela
magia do amor que perdoa, que compreende, que aceita
o outro, que protege a vida que estua na Natureza em
bênçãos renovadas…
Do amor que reveste de mansidão, de ternas
atitudes no enfrentamento das dificuldades do dia a
dia, nos relacionamentos difíceis, nas agruras da
ingratidão humana…
Seguir o coração para que a bondade e a
ternura eduquem e modulem nossa voz quando formos
ensinar, corrigir, educar, formar opiniões em torno de
problemas familiares, sociais e morais…
Seguir as emoções puras do sentimento nobre
que a bondade nos concede quando estamos diante
dos que padecem dores acerbas, dos que se perdem
nas lutas pela sobrevivência e não conseguem viver
dignamente…
Deixar que a ternura nos invada a alma,
suavizando nossos gestos, nossas palavras, nossas
mãos ao tocar o enfermo da alma ou do corpo, levados
pela compaixão e pelo sentimento mais puro que
somente a alma enobrecida pelo amor consegue…
Não ter medo ou receio do que irão pensar os
que não conhecem as blandícias do amor puro, da
ternura que envolve aqueles que sabem se conduzir
diante da dor do outro, dos equívocos alheios e não
censura, mas acolhe e orienta, suaviza o amargor da
culpa e do remorso…
Não recear a ternura suave e meiga que envolve
o ser que sabe exteriorizar gestos de bondade diante
das agressões dos ignorantes, dos maldosos, dos
invejosos e não se deixa enredar pelo desejo de revidar
a ofensa, antes perdoa e aguarda o tempo…
Bondade e ternura que se mesclam e adornam
as almas nobres dos pacificadores, dos humildes, dos
simples e misericordiosos que, certamente, serão bem
aventurados pelo Mestre Jesus e terão, desde hoje, o
coração adornado pelo amor e pela compaixão.
Bondade e ternura que se expressam em
gentilezas, em doações constantes, em paciência e abre
caminhos de luz para os que os seguem atraídos pela
força irresistível do amor num convite ao exercício da
caridade em sua expressão mais ampla – que perdoa,
que compreende, que é indulgente e benevolente para
com todos!
Bondade e ternura – paradigmas de uma nova
era para todos os cristãos!
“Não ter medo da bondade e da ternura…”
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Lucy Dias Ramos

 

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Mundo Maior

Veja o vídeo que Falconi fala sobre a obra “Mundo Maior”:
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