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Ao reencarnar, iniciamos uma nova etapa evolutiva de nosso espírito imortal, perfectível.
A programação reencarnatória atende sempre às nossas necessidades de desenvolvimento espiritual. Cumpre-nos fazer bom uso dela, em todos os sentidos: perante nós mesmos e diante do próximo; na família e no trabalho; na sociedade, em geral, e na tarefa espírita, em particular.
Nesse contexto, o exercício da fé e do amor representa um desafio constante.

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Não existe acaso. Por isso, eventuais situações menos agradáveis representam prova a ser enfrentada, testando a nossa maneira de ser e agir.
Ajuda dos Benfeitores Espirituais, para superarmos barreiras, nunca faltam, desde que nos coloquemos em sintonia favorável.
Tempos difíceis surgem, vez ou outra, exigindo maior atenção de nossa parte. Contudo, Deus nunca nos proporciona enfrentamentos superiores às nossas forças.
Firmeza e força de vontade são indispensáveis, para que nossas atitudes sejam positivas, nas situações de dificuldades maiores.
Á medida que vamos nos fortalecendo espiritual e moralmente, as tarefas e as provas vão aumentando, respeitando sempre o nosso limite espiritual já adquirido.

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Eventuais quedas servem de alerta.
Se ventos frios de desânimos surgirem, constituem o sinal de que é momento de luta e perseverança.
O trajeto da jornada reencarnatória não é livre de obstáculos, pois são eles, superados, que proporcionam o progresso de nosso espírito.
Nosso livre-arbítrio tem um peso significativo em nossas atitudes.
Por vezes, atitudes são tomadas, em função de um desequilíbrio emocional momentâneo. Entretanto, a permanência ou não nesse estado de espírito depende de nossa vontade, facilitando ou complicando as coisas.
Há fases em que somos convocados ao exercício da brandura de coração e benevolência do perdão, em nossas atitudes, superando desentendimentos.

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Perante os laços de família e de amizade, essa postura propicia harmonia, reconciliação.
Diante das tarefas, representa prosseguimento do trabalho em equipe.
Os caminhos a percorrer na trilha da evolução demandam comportamentos coerentes com o entendimento adquirido.
Espíritas, somos cobrados pela nossa consciência, no sentido de colocar em prática a teoria já assimilada.
Não esmorecer é lema fundamental, para seguirmos adiante, no cumprimento dos deveres assumidos, procedendo com bom senso, nas atividades de toda ordem.
Perseverar nas atitudes positivas é caminhar na direção do Bem.

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O roteiro que Jesus nos deixou, hoje compreendido à luz da Doutrina Espírita, deve orientar nossos passos, alimentando o otimismo na direção do sucesso, mas também a cautela para enfrentar os embaraços, próprios do estágio evolutivo em que nos encontramos.
A maneira de manifestarmos os nossos propósitos tem a ver com abrir flancos ou não a eventuais desvios. Firmeza é importante, fraternidade também.

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Nossa autocrítica, frente às atitudes tomadas, deve sempre existir.
Esse exame de consciência favorece, inclusive, a intuição e inspiração dos mentores espirituais que incessantemente nos apoiam.

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Fonte: RIE – Redação